Para o clinico, a embolia pulmonar continua a ser um desafio diagnóstico e terapêutico importante. De fato, são relatados tromboêmbolos pulmonares em mais da metade de todas as necropsias. Ademais, essa complicação ocorre em 1 a 2% de todos os pacientes pós-cirúrgicos acima de 40 anos de idade. O risco aumenta com o avançar da idade, obesidade, tempo do procedimento cirúrgico, infecção pós-cirúrgica, presença de câncer e doença venosa preexistente. Os aspectos clínicos da embolia pulmonar aguda variam dependendo do tamanho do êmbolo, da higidez do paciente e de a embolização ocorrer de modo agudo ou crônico. A embolia pulmonar aguda está dividida nas seguintes síndromes:
I- Êmbolos pulmonares pequenos assintomáticos
II- Dispnéia e taquipnéia transitórias sem outros sintomas
III- Infarto pulmonar, com dor torácica pleurítica, hemoptise e derrame pleural
IV- Colapso cardiovascular com morte súbita
Está correto o que se afirma em: