A teoria crítica do currículo, inicialmente, concentrou-se na
análise da dinâmica de classe ao investigar sobre seu objeto de
estudo. Entretanto, como afirma SILVA (1999, p. 91), “tornou-se
logo evidente que as relações de desigualdade e de poder na
educação e no currículo não podiam ficar restritas à classe social”.
Era preciso, portanto, considerar também: