O filósofo que problematizou o conceito de phronesis, entendido como a prudência ou a sabedoria prática, isto é, a capacidade de deliberar corretamente sobre o que é bom e o que é mau para a vida humana, defendendo que essa seria a virtude intelectual mais importante para a política e para a vida cotidiana, diferenciando-a da sabedoria teórica (sophia), foi