Paciente feminina, 27 anos, queixa-se de forte cefaleia, de instalação abrupta, com cinco horas de evolução. Descreve a dor como holocraniana, latejante. Nega febre, nega cervicalgia, não apresenta entorpecimento, nega náusea ou vômitos, nega alterações da acuidade visual. Refere nunca ter apresentado cefaleia tão intensa. Ao exame, está apirética, sua pressão arterial é de 150/96mmHg, seu pulso de 90bpm e sua frequência ventilatória é 16mpm. As pupilas são isocóricas e fotorreagentes. A movimentação do pescoço provoca desconforto. Não há deficit em pares cranianos, a força nos membros está preservada, a sensibilidade inalterada. Realizou tomografia computadorizada (TC) de encéfalo não demonstrando anormalidades.
Qual é o diagnóstico mais provável e o próximo passo diagnóstico?