Em suas obras Crítica da razão prática e Fundamentação da metafísica dos costumes, o filósofo alemão Kant (1724 - 1804), defende a razão humana como legisladora, capaz de elaborar normas universais. Reforça a ideia de que um ato só pode ser considerado moral quando praticado de forma autônoma, consciente. "Age apenas segundo uma máxima [um princípio] tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal." KANT. Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70, 1988. (Textos Filosóficos).
Essa exigência foi denominada por Kant de: