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1144007 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Crianças estão desenhando mais mulheres na hora de representar cientistas
Estereótipos ligados a gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais, e isso pode ser medido pela forma como elas os representam em desenhos. Quando você era pequeno e alguém lhe pedia para desenhar um engenheiro, provavelmente desenharia um homem. Se tivesse que desenhar um professor, é provável que desenhasse uma mulher (e basta fazer uma busca por bancos de imagens para ver que isso não se restringe a crianças). A boa notícia é que alguns estereótipos parecem estar se enfraquecendo – pelo menos aqueles que ligam a ciência ao gênero masculino.
Isso foi percebido por uma análise de cinco décadas de estudos realizados nos Estados Unidos desde a década de 1960. Ao todo, 78 estudos foram analisados, contando com mais de 20 mil estudantes do jardim de infância até o fim do ensino médio, e todos envolviam pedir a jovens que desenhassem um cientista. Se antes os homens predominavam nos desenhos, agora há mais mulheres sendo desenhadas do que nunca.
Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977, menos de 1% de quase 5.000 crianças desenhou uma imagem parecida com uma mulher quando solicitada a desenhar um cientista. A coisa começou a mudar entre 1985 e 2016, quando 28% dos participantes, em média, desenharam alguém do sexo feminino na profissão.
Segundo os pesquisadores, isso está relacionado não só ao fato de mais mulheres se tornarem cientistas, mas também a elas estarem sendo representadas com mais frequência em programas de televisão, revistas e outras mídias. A exposição das crianças a profissionais do sexo masculino ou feminino se acumula durante o desenvolvimento, e é isso o que constrói a ideia que elas fazem da profissão.
“Nossos resultados sugerem que os estereótipos das crianças mudam à medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade”, diz uma das autoras da análise, Alice Eagly, professora de psicologia do Institute for Policy Research. “As crianças ainda desenham mais homens do que mulheres cientistas em estudos recentes, mas isso é esperado porque as mulheres continuam sendo uma minoria em vários campos da ciência”, completa.
https://super.abril.com.br/blog/... - adaptado.
Quanto às palavras homônimas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª conforme a classificação das palavras sublinhadas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Somente homófonas.
(2) Somente homógrafas.
(3) Homônimas perfeitas.
(---) “Existe gosto pra tudo nesse mundo.” e “Confesso que não gosto quando falam assim comigo.”.
(---) “Meu pé ficou preso no vão da porta.” e “Vocês não vão desistir desse plano furado?”.
 

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