De acordo com Marcuschi (MARCUSCHI, Luiz Antônio. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua? Em aberto, Brasília: SEDIA/INEP, ano 16, n. 69, jan/mar 1996, p. 72-73), “não é justificável ficar buscando todos os sentidos do texto como se eles estivessem inscritos de modo objetivo dentro do texto. (...) A escola trata o texto como um produto acabado e que funciona como uma cesta natalina, onde a gente bota a mão e tira coisas. O texto não é um produto nem um simples artefato pronto; ele é um processo”. Levando-se em conta esse fragmento e a prática docente baseada numa abordagem tradicional, é correto asseverar que: