De acordo com a Portaria nº 4.283/2010 do Ministério da Saúde
a implantação de um sistema racional de distribuição de medicamentos, pela instituição de saúde e farmacêutico, deve ser priorizada, não sendo recomendável a adoção do sistema unitário de dispensação que envolve alto risco de erro por troca de medicação.
o gerenciamento de risco é a medida de urgência, ou emergência, em momentos de risco de interrupção de processos vitais com prejuízo aos usuários de um estabelecimento de saúde.
tecnologias em saúde são equipamentos utilizados na prestação de serviços aos usuários de um estabelecimento de saúde, pública ou privada, e não englobam medicamentos, produtos de higiene e saneantes.
um plano de contingência deve descrever medidas que devem ser tomadas em um estabelecimento de saúde, público ou privado, em determinados momentos de risco, entre outros, para evitar prejuízo financeiro à instituição.
a atividade do farmacêutico no cuidado ao paciente pressupõe o acesso a ele e diálogo com a equipe que assiste o paciente, mas não é permitido acesso ao prontuário médico e aos exames laboratoriais.
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