Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia
progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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