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739721 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande
A gente pega tudo o que não interessa mais e joga fora. Veja uma solução para esse problema.

Leia o texto abaixo, Nem tudo que se joga fora é lixo, e resolva a questão.

TEXTO II

NEM TUDO QUE SE JOGA FORA É LIXO

Todo dia da nossa vida, a gente pega tudo o que não interessa mais e joga fora, certo? Daí vem o lixeiro e leva. Parece simples, mas... para onde o lixeiro leva o lixo? Há lugares onde eles jogam tudo, que são os lixões. Lá, os homens ficam pondo lixo e enterrando, até que junta tanto lixo que nem todas as máquinas do mundo conseguiriam enterrar. Nessa hora, é preciso encontrar novos lugares para fazer novos lixões. A gente nunca pensa nisso, afinal os lixões são todos longe da casa da maioria de nós. Mas fique sabendo que isso é um problema desse tamanho!

Algumas coisas que nós jogamos fora são tão venenosas que contaminam a terra dos lixões por muitos anos. O problema é que não existe mágica. Enquanto a gente viver, vai produzir lixo. O jeito menos besta de ajudar nisso é criar a menor quantidade de lixo possível. Como?

Reciclando. Reciclar não é só juntar vidro e jornal e vender para o garrafeiro, que vai vender para a fábrica de vidro ou papelão.

Ou então dar para o lixeiro nas cidades que coletam lixo reciclado.

A gente precisa aprender a gastar bem as coisas antes de jogar fora! Usar sempre o papel dos dois lados, usar vidros e saquinhos para guardar outras coisas depois de bem lavadinhos... Se a gente não se preocupar com isso, logo vai haver uma montanha fedida perto da nossa casa! Escute o que eu estou falando!

(BONASSI, Fernando. Vida da gente: crônicas publicadas no suplemento Folhinha de S. Paulo. São Paulo: Formato Editorial, 1999.
p. 21.)

O emprego do pronome “nisso” retoma a ideia apresentada na alternativa:

 

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