Segundo CISNE e SANTOS (2018) em Feminismo, diversidade sexual o Serviço Social, “o Serviço Social não está alheio a esse tempo histórico eivado de conservadorismo, responsabilização das mulheres pelas expressões da agudização da questão social, feminicído e LGBTfobia. Mesmo que tenhamos consolidado um amadurecimento teórico-político crítico ao longo do processo de renovação profissional frente ao conservadorismo e ao viés moralizante e doutrinário que marcaram fortemente a gênese da profissão, esse processo não é definitivo, tampouco, necessariamente progressivo “. Sobre este assunto NÃO podemos que: