O neurologista infantil é chamado para avaliar uma criança de 4 anos, em coma após parada cardiorrespiratória (PCR). A paciente teve PCR intra-hospitalar, com duração de 6 minutos. No momento da avaliação, já se haviam passado 72 horas do evento. Não estava recebendo fármacos depressores do sistema nervoso, e os sinais vitais eram normais. A TC de crânio mostrou apagamento de sulcos, perda da diferenciação entre as substâncias branca e cinzenta, e sinal do cerebelo branco. No exame clínico não havia abertura ocular, os reflexos de tronco estavam abolidos e, ao estímulo doloroso de membros inferiores, apresentava retirada em tríplice flexão.
Qual é a coduta mais apropriada neste momento?