Segundo Alonso (2002), quando a ação supervisora se afasta do tecnicismo e da burocracia, características que perduraram por muito tempo na história da supervisão educacional, essa ação deixa de ser considerada um recurso técnico para se tornar um fator político. Tendo em vista que o supervisor educacional desempenha atribuições diferentes nos âmbitos das secretarias de educação e das unidades escolares, são duas ações que configurará um perfil de supervisão focado na transformação da sociedade: