Sobre os mecanismos de resistência ao tratamento da LMC, é correto afirmar:
A mutação T315I é resistente a todos os inibidores de tirosinoquinase conhecidos.
Mutações na alça do fosfato (alça P) são geralmente mais sensíveis à dasatinibe.
As mutações no domínio da quinase são as causas mais frequentes de resistência primária.
Altos níveis do transportador catiônico hOCT1 se correlacionam com resistência a imatinibe.
Hiperexpressão do BCR-ABL e alterações clonais (além do cromossomo Ph) são a causas mais frequentes de resistência secundária.
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