A partir das incidências culturais da atualidade, inscritas no campo simbólico e na construção dos saberes sociais, o conceito de família pode ser extraído enquanto “um grupo que constitui um campo de relações entre pessoas que compartilham significados de suas experiências existenciais. Este grupo atravessa os tempos passando por inúmeras transformações e críticas, sem afastar-se, ao menos em tese, da responsabilidade e das exigências dos papéis socialmente atribuídos a ela de procriar e criar filhos saudáveis e preparados para assumir o mercado profissional e a vida em coletividade” (COLVERO; IDE; ROLIM, 2004, p. 198).
A partir da noção de família disposta acima, a intervenção psicológica deve atentar para