A respeito de imobilizações gessadas, pode-se afirmar que:
as fraturas da diáfise tibial tratadas por Sarmiento, com uma imobilização curta e funcional tipo PTB ( bota com anteparo anterior no joelho ), numa revisão de 482 casos apresentaram tempo médio de cicatrização entre 14 a 15 semanas, autorizando-se a colocação de carga precoce com taxa de 97,5% de consolidação, com índice de 5% de deformidade angular e baixo índice de indicações cirúrgicas, comprovando que a utilização de aparelhos gessados para o tratamento de fraturas é viável
as imobilizações gessadas são extremamente pesadas e incômodas: normalmente são empregadas para camadas populacionais mais baixas, que não têm condições de serem socorridas em clínicas particulares, onde se empregam apenas imobilizações descartáveis, mais práticas e leves
as imobilizações gessadas promovem apenas a estabilização da lesão, como no caso das fraturas, mas não possuem efeito analgésico nem anti-inflamatório, causando maior desconforto ao paciente
a coceira proporcionada pela permanência das imobilizações gessadas pode ser amenizada pela introdução de hastes finas com algodão e álcool e, a seguir, colocando-se talco
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