A estratégia considerada adequada no âmbito do tratamento cirúrgico radical paliativo para o câncer esofágico é:
“by-pass” gástrico por acesso abdominal, passagem via retroesternal sem toracotomia e anastomose esofagogástrica cervical.
esofagectomia por acesso toracoabdominal sem linfadenectomia e anastomose esofagogástrica intratorácica.
esofagectomia por acessos abdominal (trans-hiatal) e cervical com anastomose esofagogástrica cervical.
esofagectomia por acessos abdominal, torácico e cervical, sem linfadenectomia e anastomose esofagogástrica cervical.
esofagectomia por acesso toracoabdominal sem linfadenectomia e anastomose esôfago-colo-gástrica intratorácica.
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