Na tristeza, também há nobreza; em sua negação, só existe pobreza. A tristeza, a qual não defendo, é a da negação da vida; felicidade é viver em gratidão a tudo que vivenciamos. Existir é não desistir, é resistir, ou melhor, é saber ir e vir entre o alto e o fundo, é ter serenidade entre a alegria e a tristeza.
JÚNIOR, Spencer. Tristeza: a face oculta da felicidade. Edupe, 2009. p. 118.
Analisando-se o fragmento abaixo:
“A tristeza, a qual não defendo, é a da negação...”
Se o verbo “defender” fosse substituído por “reportar-se”, estaria CORRETO o trecho da alternativa