“Nos últimos anos da década de 70, forma-se no Brasil o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental (MTSM) [...] No seu início, o MTSM busca uma transformação genérica da assistência psiquiátrica, cujos indícios podem ser encontrados, seja nas denúncias do modelo oficial – de caráter predominantemente privatizante e ‘hospitalocêntrico’, seja na elaboração de ‘alternativas’ inspiradas basicamente em propostas de desospitalização.” In: O homem e a serpente: outras histórias para a loucura e a psiquiatria. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1996, p. 13).
A transformação referida no texto refere-se: