Ainda com relação as noções de Doença, Cura e Saúde propostas por Canguilhem (1978), é CORRETO afirmar:
Distinguindo anomalia de estado patológico, variedade biológica de valor negativo, é impossível atribuir ao próprio ser vivo a responsabilidade de distinguir o ponto em começa a doença, sendo necessário um outro habilitado para que seja tomado como ponto de referência.
Só é possível determinar o conteúdo do “ser doente” recorrendo a uma norma supra individual, a relatividade individual do biológico impõe obstáculos a essa tarefa.
O normal não tem a rigidez de um determinativo para todos os indivíduos da mesma espécie e sim a flexibilidade de uma norma que se transforma em sua relação com as condições individuais.
O limite entre normal e patológico nunca é impreciso.
Aquilo que é normal em determinada condições deve permanecer normal em outra situação, se se permanece inalterado.
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