Estimativas recentes apontam para a ocorrência de mais de 10 milhões de novas infecções de transmissão sexual – IST, que podem permanecer assintomáticas ou evoluir para doenças sintomáticas como uretrites, cervicites, úlceras e verrugas genitais.
Isso, associado ao alto índice de automedicação, torna o problema ainda maior, já que muitos dos casos não recebem orientação e tratamento adequados, tornando-se subclínicos, permanecendo transmissores e mantendo-se como elos fundamentais na cadeia de transmissão das infecções. Se, por um lado não é possível conhecer a real magnitude das IST no Brasil, a sua transcendência é por demais conhecida. Sobre as IST, é INCORRETO afirmar que: