Uma paciente com 55 anos de idade, do sexo feminino, queixava-se de dor retrorbitária intensa havia dois meses. Durante a evolução, cursou com proptose e hiperemia no olho direito. Ela, então, buscou o atendimento do oftalmologista, que constatou aumento da pressão intraocular e solicitou a ela que realizasse uma tomografia computadorizada da órbita. No retorno, a paciente queixou-se de episódios de visão dupla. O exame de tomografia mostrou a imagem de uma veia orbitária superior dilatada e tortuosa na órbita direita. A paciente foi encaminhada para avaliação neurológica, em que se constatou a presença de frêmito na região da órbita direita e sopro audível na ausculta.
Nesse caso clínico, a paciente apresenta