O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, afirmou que as execuções fiscais representam 64% do total de execuções hoje pendentes em todo o Poder Judiciário, sendo responsáveis por 88% da taxa de congestionamento dos processos.
“Um dos eixos da presidência do CNJ e do STF é aumentar a eficiência do Poder Judiciário, e o maior gargalo do Judiciário está precisamente na execução fiscal, de modo que estamos começando por onde precisamos começar”, disse.
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No segmento ‘e o maior gargalo do Judiciário está precisamente na execução fiscal’, do texto precedente, o ministro do STF Luís Roberto Barroso utiliza, por meio do emprego da palavra ‘gargalo’, uma figura de linguagem para