A proposta de Reforma Psiquiátrica discutida por Paulo Amarante (1996) entende a desinstitucionalização como:
Um conjunto de medidas de desospitalização, como prevenção de internações inadequadas ou desassistência.
Assume a validade dos princípios do paradigma psiquiátrico tradicional e parte do pressuposto que a reforma implica na correta aplicação do seu saber.
Desloca o modelo psiquiátrico tradicional para um preventismo que aponta para transformações assistenciais e administrativas.
Equivale a proposta de nova engenharia de recursos e serviços.
Uma crítica epistemológica ao saber médico constituinte da psiquiatria, colocando em questão o próprio conceito de doença mental.
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