Com relação ao sangramento gastrointestinal podemos afirmar:
A hemorragia digestiva alta é responsável por 80% dos casos de sangramento agudo e as causas mais comuns são doença ulcerosa péptica e varizes esofagianas, onde a primeira é responsável por aproximadamente 30 a 50% e a segunda por 20% dos sangramentos do trato gastrointestinal superior.
É mais comum em mulheres que em homens e mais frequente em jovens.
O sangramento gastrointestinal inferior tem fonte colônica em 95% dos casos, a diverticulose responde por 30 a 40% desses e geralmente é mais severo e menos intermitente que o sangramento gastrointestinal superior.
A localização do sangramento é fundamental para o tratamento. Para melhor acurácia a esofagogastroduodenoscopia deverá ser realizada após as primeiras 24h do sangramento independentemente da estabilidade do paciente.
Os fatores de risco associados a um pior prognóstico são: idade inferior a 60 anos; comorbidades prévias; insuficiência renal; doença hepática, doença cardíaca, insuficiência respiratória; magnitude da hemorragia; PAS > 100mmHg na admissão; necessidade de transfusões; hemorragia persistente ou recorrente e ausência de necessidade de cirurgia.
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