Kleiman (1995) discute as práticas de alfabetização na escola a partir de dois diferentes modelos de letramento. A autora argumenta a favor de um desses modelos, o qual, segundo ela, leva em conta a pluralidade e a diferença, assumindo que as práticas de letramento são social e culturalmente determinadas e que os significados específicos que a escrita assume para um grupo social dependem dos contextos e das instituições em que ela foi adquirida.
Conforme os termos utilizados pela autora, trata-se do modelo