No Brasil, a institucionalização da promoção de saúde ganhou impulso em 1998, com a criação da Secretaria de Políticas
de Saúde, vinculada ao Ministério da Saúde. Em 2000-2001, acreditava-se que a promoção de saúde não somente
contribuiria para a restruturação do conhecimento dos determinantes sociais da saúde, mas também daria pistas de
caminhos de ação que envolviam outros setores governamentais e a sociedade para solução dos problemas. Isso pôde
ser constatado, principalmente, em alguns municípios que desenvolviam projetos de cidades saudáveis, e passou também
a influenciar ações de educação para a saúde crítico-reflexivas, focalizando os determinantes sócio-históricos do processo
saúde-doença. Destacaram-se, nessa perspectiva, a abordagem político-pedagógica de