No contexto do processo de urbanização brasileira,
marcado por uma intensa e acelerada expansão das áreas
urbanas sem o devido planejamento territorial e ambiental,
observa-se um fenômeno que resulta na ocupação de áreas
periféricas com infraestrutura precária, fragmentação
socioespacial, agravamento de desigualdades e impactos
ambientais severos, como supressão de áreas verdes e
impermeabilização do solo, dificultando a sustentabilidade
urbana. Esse fenômeno, caracterizado pela expansão
horizontal das cidades em direção às periferias, sem o
controle do poder público, é conceituado como: