Uma médica experiente atende, em um plantão noturno movimentado, uma paciente de 34 anos com dor torácica súbita, taquicardia e ansiedade intensa. A paciente relata episódio recente de estresse emocional. O eletrocardiograma é normal e a saturação de oxigênio é de 98%. A médica inicialmente conclui tratar-se de crise de ansiedade e considera alta hospitalar. Segundo os modelos contemporâneos de raciocínio clínico, qual estratégia cognitiva seria mais adequada para reduzir o risco de erro diagnóstico nesse contexto?