Macedo (2005), na obra “Ensaios pedagógicos: como
construir uma escola para todos?”, escreve que, “o interessante do ponto de vista teórico, e talvez injusto do
ponto de vista prático, é que, às vezes, usamos as pessoas com deficiência como referência para afirmarmos
que somos normais, que não temos o que elas têm. Ou
seja, usamos o critério de classe. Se usássemos o critério da relação, isso nos desafiaria para outras formas
de compreensão.” E continua: “A proposta da inclusão,
apesar de todos os desafios que nos coloca, é considerar
a relação entre as pessoas de forma