Um provedor de infraestrutura implementou uma plataforma
de virtualização em que o sistema hospedeiro não executa um
sistema operacional convencional, mas sim um núcleo mínimo
— denominado microkernel — responsável por orquestrar
máquinas virtuais diretamente, com uma delas (domínio
privilegiado) executando um sistema operacional completo para
gerenciar dispositivos e drivers em nome das demais. Nesse
cenário, a tecnologia de virtualização empregada é:
Um ambiente de virtualização foi configurado de forma que
o sistema convidado é modificado para executar chamadas
de sistema privilegiadas por meio de uma interface otimizada
fornecida pelo monitor de máquina virtual, eliminando a
necessidade de emulação completa do hardware subjacente e
melhorando significativamente o desempenho em operações de
E/S. Nesse cenário, o tipo de virtualização empregado é:
Em um sistema Linux com SELinux ativo no modo enforcing,
um administrador configura um ambiente de conteinerização
baseado em tecnologia OCI e observa que os processos dos
contêineres são automaticamente rotulados com um tipo
específico que isola suas operações do restante do sistema,
conforme as políticas de segurança do projeto. Esse rótulo
de contexto de segurança padrão atribuído aos processos de
contêineres é:
Em um domínio do Active Directory, um administrador
delegou a um grupo de suporte a capacidade de forçar o
logoff remoto de sessões em estações de trabalho e reiniciar
serviços críticos sem conceder acesso total ao controlador de
domínio. Essa delegação foi realizada por meio da atribuição
de privilégios específicos no nível local dos computadores
gerenciados, alinhada às boas práticas de segurança baseadas
no princípio do menor privilégio. O mecanismo utilizado para
essa finalidade é:
Um administrador de sistemas precisa configurar um script
executável em um servidor Linux de forma que apenas seu
proprietário possa ler, modificar e executá-lo, enquanto todos os
demais usuários do sistema não tenham qualquer tipo de acesso
ao arquivo. O comando que aplica essa política de permissão é:
Em um sistema operacional baseado em Linux, a camada
responsável por gerenciar diretamente os recursos físicos
do computador — como memória, processador e dispositivos
de entrada e saída — e que atua como intermediária entre o
hardware e os programas de usuário, é denominada:
No contexto da administração de servidores Linux, o
gerenciamento eficiente da memória é essencial para
manter o desempenho e a estabilidade dos serviços em
produção. Um dos mecanismos utilizados pelo kernel
Linux para lidar com situações de alta demanda por memória é o swap , que permite estender a capacidade
da memória física utilizando espaço em disco. Analise as
afirmativas a seguir sobre o mecanismo de swap:
I.A memória swap possui latência significativamente
maior que a memória RAM, o que pode impactar
negativamente o desempenho do sistema quando o
swap é utilizado de forma intensa.
II.O Linux permite a configuração de swap tanto em
partições dedicadas (swap partitions ) quanto em
arquivos regulares do sistema de arquivos (swap files).
III.O kernel Linux possui um parâmetro configurável,
denominado swappiness , que influencia as decisões de
substituição de páginas de memória (page reclaim),
indicando a preferência relativa entre manter páginas na
memória RAM ou movê-las para o espaço de swap;
valores menores reduzem a tendência de utilização do
swap , enquanto valores maiores a aumentam.
O gerenciamento correto de permissões de arquivos e
diretórios em servidores Linux, é fundamental para
garantir a segurança, o controle de acesso e a
integridade dos sistemas e serviços. O comando chmod
é uma das ferramentas mais utilizadas para alterar
permissões, podendo ser empregado tanto no modo
simbólico quanto no modo octal (numérico). A esse
respeito, analise as afirmativas a seguir:
I.No modo octal, cada um dos três dígitos representa,
respectivamente, as permissões do proprietário (owner),
do grupo e dos outros usuários. Cada dígito é calculado
pela soma dos valores correspondentes às permissões
de leitura (4), escrita (2) e execução (1).
II.O Sticky Bit , quando aplicado a um diretório por meio
do comando chmod +t, impede que usuários comuns
removam ou renomeiem arquivos de outros usuários
dentro desse diretório, mesmo que possuam permissão
de escrita sobre ele. Apenas o proprietário do arquivo, o
proprietário do diretório ou o superusuário (root ) podem
realizar essas operações.
III.Ao utilizar o comando chmod +x arquivo, o sistema
redefine as permissões do arquivo, garantindo que
apenas a permissão de execução esteja ativa e
removendo automaticamente qualquer acesso prévio de
leitura ou escrita.