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Mulher de 23 anos refere que está há cerca de 2 meses com “crises de ansiedade”.
Diz que “do nada o coração começa a acelerar, me falta o ar, meus braços começam a adormecer e eu pensou que vou morrer do coração”. Já esteve na emergência por 5 vezes no último mês pensando que estava tendo um infarto agudo do miocárdio. Foi submetida a avaliação clínica que descartou qualquer doença não psiquiátrica.
Há um mês não consegue ficar em lugares que têm muitas pessoas, nem sair de casa sozinha. Está constantemente preocupada se essas “crises de ansiedade” são manifestação de uma doença que os médicos ainda não descobriram.
Baseado no diagnóstico mais provável, marque a alternativa que apresenta o tratamento mais adequado para a paciente.
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Homem, 21 anos, vítima de sequestro há 3 dias, chega ao pronto-socorro com taquicardia, sensação de opressão no peito desde o evento. Paciente diz que assaltantes colocaram a arma na cabeça dele e ameaçaram atirar diversas vezes; em outros momentos, foi vítima de coronhadas. Diz que tem apresentado sonhos assustadores com relação ao que ocorreu, que não consegue dormir, tem sensação de distanciamento com relação às coisas que o rodeiam. Médico assistente descarta qualquer patologia clínica não psiquiátrica.
Qual o tratamento mais indicado nesse momento?
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Mulher de 20 anos descobriu que está com 8 semanas de gestação e médico assistente faz diagnóstico de transtorno depressivo maior. Qual das alternativas representa a melhor opção de tratamento?
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Caso clínico para as questões 25, 26 e 27
Mulher, 25 anos, iniciou há cerca de um mês com quadro de tristeza, refere que já não gosta mais de sair de casa para ver amigos e não se diverte mais em ir aos bares como gostava anteriormente, hoje prefere ficar em casa, isolada de todos. Diz que está comendo "além do normal” e chegou a ganhar bastante peso. Associado a isso, diz que está dormindo cerca de 12 horas por dia e que está sem energia, com sensação de peso nas pernas. s vezes pensa que era melhor morrer para acabar com todo esse sofrimento, mas nega planejamento suicida. Apesar de passar a maior parte do tempo triste, mostra-se com reatividade do humor e diz que se alegra frente a eventos positivos como a visita de um amigo.
Melhor escrutínio revela que terminou relacionamento de 3 anos há cerca de 2 meses.
Nega doenças não psiquiátricas ou uso de substâncias ilícitas. Nega antecedentes psiquiátricos prévios, bem como episódios de mania/hipomania.
Refere que mãe tinha transtorno bipolar de humor e morreu há 2 anos por suicídio.
De acordo com o modelo proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS), qual o risco de suicídio da paciente?
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Caso clínico para as questões 25, 26 e 27
Mulher, 25 anos, iniciou há cerca de um mês com quadro de tristeza, refere que já não gosta mais de sair de casa para ver amigos e não se diverte mais em ir aos bares como gostava anteriormente, hoje prefere ficar em casa, isolada de todos. Diz que está comendo "além do normal” e chegou a ganhar bastante peso. Associado a isso, diz que está dormindo cerca de 12 horas por dia e que está sem energia, com sensação de peso nas pernas. s vezes pensa que era melhor morrer para acabar com todo esse sofrimento, mas nega planejamento suicida. Apesar de passar a maior parte do tempo triste, mostra-se com reatividade do humor e diz que se alegra frente a eventos positivos como a visita de um amigo.
Melhor escrutínio revela que terminou relacionamento de 3 anos há cerca de 2 meses.
Nega doenças não psiquiátricas ou uso de substâncias ilícitas. Nega antecedentes psiquiátricos prévios, bem como episódios de mania/hipomania.
Refere que mãe tinha transtorno bipolar de humor e morreu há 2 anos por suicídio.
De acordo com o relato, qual o principal fator de risco para suicídio que a paciente apresenta?
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Caso clínico para as questões 25, 26 e 27
Mulher, 25 anos, iniciou há cerca de um mês com quadro de tristeza, refere que já não gosta mais de sair de casa para ver amigos e não se diverte mais em ir aos bares como gostava anteriormente, hoje prefere ficar em casa, isolada de todos. Diz que está comendo "além do normal” e chegou a ganhar bastante peso. Associado a isso, diz que está dormindo cerca de 12 horas por dia e que está sem energia, com sensação de peso nas pernas. s vezes pensa que era melhor morrer para acabar com todo esse sofrimento, mas nega planejamento suicida. Apesar de passar a maior parte do tempo triste, mostra-se com reatividade do humor e diz que se alegra frente a eventos positivos como a visita de um amigo.
Melhor escrutínio revela que terminou relacionamento de 3 anos há cerca de 2 meses.
Nega doenças não psiquiátricas ou uso de substâncias ilícitas. Nega antecedentes psiquiátricos prévios, bem como episódios de mania/hipomania.
Refere que mãe tinha transtorno bipolar de humor e morreu há 2 anos por suicídio.
De acordo com o relato, qual o diagnóstico mais provável da paciente e seu especificador, se houver?
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Na avaliação pericial de um paciente com hipótese diagnóstica prévia de transtorno de ansiedade, que durante a anamnese dá “respostas incomuns não expressas previamente”, pode-se considerar o caso de
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Qual a afirmação correta relacionada aos aspectos comunicacionais da relação médico-paciente?
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Paciente jovem apresentando quadro psicótico de início agudo, há dois dias foi levado ao Pronto-Socorro em estado de agitação psicomotora. Recebeu uma dose de haloperidol IM e saiu com prescrição de haloperidol 10 mg/dia por via oral. Atualmente está com piora da agitação. Não consegue se manter sentado durante a entrevista, fica em pé balançando o corpo de um lado para o outro e esfrega as mãos com uma fisionomia angustiada. Qual é a conduta?
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Um estudante de direito de 28 anos é admitido no hospital por acidente automobilístico sem traumatismo craniano. Ele se mostra obstinado e rígido, exigindo que a equipe faça as coisas à sua maneira, mantendo suas tarefas acadêmicas no computador. Fala que sua namorada ameaçou deixá-lo caso ele continue com sua forma inflexível de ser e não jogue fora coisas inúteis que costuma armazenar. Qual a principal hipótese diagnóstica quanto ao tipo de transtorno de personalidade?
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