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Foram encontradas 17.935 questões.

3085390 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Homem, 22 anos, estudante universitário, encontra-se em surto psicótico com tentativa de suicídio por afogamento. Chega ao serviço de saúde mental de sua instituição, levado por colegas de curso, com o relato de que o paciente tem usado álcool e interrompeu suas medicações desde que as vozes começaram a mandá-lo se matar. Paciente isolou-se e não aceita a presença de familiares. Ao exame psicopatológico, apresenta juízo de realidade comprometido gravemente e risco alto para suicídio. Paciente concorda com a internação hospitalar, já que deseja “ficar longe de sua família que o perturba o tempo todo”.

Nesse caso, o médico psiquiatra deve indicar a seguinte modalidade de internação:
 

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3085389 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A monitorização do uso de carbonato de lítio deve ser realizada em razão de:
 

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3085388 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Mulher, 32 anos, com diagnóstico de Transtorno de Humor Bipolar, está grávida de 6 semanas. Faz uso de Risperidona 3mg ao dia, Ácido Valpróico 500mg ao dia e Carbonato de Lítio 1200mg ao dia. Trata-se de paciente com várias fases prévias graves de depressão e mania com psicose e internações desde os 17 anos de idade, encontrando-se estável há 8 meses. Questiona seu médico psiquiatra se deve interromper as medicações.

O médico psiquiatra pondera junto à sua paciente que, durante a gestação, o uso de (das):
 

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3085387 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Homem, 73 anos, advogado atuante, é levado pela filha para avaliação psiquiátrica por desânimo e apatia, despertares noturnos, hiporexia, sem tristeza ou anedonia. Sempre teve uma memória excepcional, vida social com atividades variadas, mas, no último ano, apresentava esquecimentos no trabalho, com erros em petições, esquecendo datas e prazos, dificuldade em orientar-se em locais conhecidos, levando alguns minutos para reconhecê-los. Sem dificuldades em outras atividades da vida diária. Apresenta hipertensão arterial sistêmica controlada com enalapril. Usou sertralina com melhora dos sintomas de desânimo e apatia, abandonando o tratamento. Retorna após 2 anos, com piora importante das queixas de esquecimentos, sem alterações no humor. Realizou o teste do relógio nas 2 ocasiões em que o paciente foi avaliado (figuras A e B). 



Enunciado 3085387-1



Figs. A e B: (MELEIRO, Alexandrina. Psiquiatria Estudos Fundamentais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018, p. 99)


Em relação ao caso clínico e testes do relógio realizados, podemos afirmar que a pontuação:
 

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3085386 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Homem, 21 anos, estudante universitário, refere estar ansioso, angustiado, desanimado e com insônia inicial há 2 meses, em razão de sentimentos de estranheza com relação ao mundo, percebe o clima ao seu redor como ameaçador e tem a sensação de que alguma coisa está para acontecer, que “não há escapatória”, mas não sabe ao certo do quê. Psiquiatra prescreve tratamento não farmacológico para insônia e é encaminhado para psicoterapia. Na segunda consulta psiquiátrica, após 4 meses do primeiro atendimento, relata que os professores o estão perseguindo, realizam reuniões para difamá-lo e estão criando estratégias para reprová-lo e fazê-lo desistir do curso, além de enviar funcionários à porta do seu alojamento para humilhá-lo, ofendendo-o em relação à sua capacidade intelectual e comportamentos. Parou de ir às aulas e afastou-se de seus colegas por receio de que lhe façam mal. O paciente conclui sua fala, dizendo: “Lembrome de que, quando eu era criança, ganhei uma Bíblia do meu professor de religião. Por isso, os professores estão me perseguindo”.
No trecho “Lembro-me de que, quando eu era criança, ganhei uma Bíblia do meu professor de religião. Por isso, os professores estão me perseguindo”, a alteração psicopatológica descrita denomina-se:
 

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3085385 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Homem, 21 anos, estudante universitário, refere estar ansioso, angustiado, desanimado e com insônia inicial há 2 meses, em razão de sentimentos de estranheza com relação ao mundo, percebe o clima ao seu redor como ameaçador e tem a sensação de que alguma coisa está para acontecer, que “não há escapatória”, mas não sabe ao certo do quê. Psiquiatra prescreve tratamento não farmacológico para insônia e é encaminhado para psicoterapia. Na segunda consulta psiquiátrica, após 4 meses do primeiro atendimento, relata que os professores o estão perseguindo, realizam reuniões para difamá-lo e estão criando estratégias para reprová-lo e fazê-lo desistir do curso, além de enviar funcionários à porta do seu alojamento para humilhá-lo, ofendendo-o em relação à sua capacidade intelectual e comportamentos. Parou de ir às aulas e afastou-se de seus colegas por receio de que lhe façam mal. O paciente conclui sua fala, dizendo: “Lembrome de que, quando eu era criança, ganhei uma Bíblia do meu professor de religião. Por isso, os professores estão me perseguindo”.
O tratamento psicofarmacológico indicado deve ser:
 

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3085384 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Homem, 21 anos, estudante universitário, refere estar ansioso, angustiado, desanimado e com insônia inicial há 2 meses, em razão de sentimentos de estranheza com relação ao mundo, percebe o clima ao seu redor como ameaçador e tem a sensação de que alguma coisa está para acontecer, que “não há escapatória”, mas não sabe ao certo do quê. Psiquiatra prescreve tratamento não farmacológico para insônia e é encaminhado para psicoterapia. Na segunda consulta psiquiátrica, após 4 meses do primeiro atendimento, relata que os professores o estão perseguindo, realizam reuniões para difamá-lo e estão criando estratégias para reprová-lo e fazê-lo desistir do curso, além de enviar funcionários à porta do seu alojamento para humilhá-lo, ofendendo-o em relação à sua capacidade intelectual e comportamentos. Parou de ir às aulas e afastou-se de seus colegas por receio de que lhe façam mal. O paciente conclui sua fala, dizendo: “Lembrome de que, quando eu era criança, ganhei uma Bíblia do meu professor de religião. Por isso, os professores estão me perseguindo”.
A alteração psicopatológica descrita na primeira consulta do paciente denomina-se:
 

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3081449 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) abrange um conjunto de transtornos de desenvolvimento com causas biológicas e características concentradas em dois domínios: o primeiro deles é a dificuldade na comunicação e interação, marcada por déficits na reciprocidade social, emocional e dificuldade de iniciar e manter relacionamentos, dificuldades no uso da comunicação não-verbal; o segundo é marcado por comportamentos esteriotipados e repetitivos, com interesses restritos, aliados a hiper e/ou hipossensibilidade sensorial. Segundo o DSM-5, existem níveis de gravidade dos pacientes com TEA baseados no déficit de comunicação social, nos interesses restritos e comportamentos, representados, respectivamente, pelo
 

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3081250 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Leia o caso a seguir.


M., de 22 anos, chega ao consultório com relatos de alteração de comportamento há cerca de dez dias, mais ansioso que o habitual. A família relata que M. apresenta um padrão estável e persistente de experiência interna e comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas de sua cultura, apresentando tal padrão desde a adolescência. Demonstra déficits sociais e interpessoais com grande desconforto nos relacionamentos, ideias de referência, tem fortes crenças em telepatia, desconfiança, afeto limitado, ausência de amigos, aparência excêntrica, ansiedade social excessiva. Nos últimos dias, contudo, tornou-se mais “ansioso” que o habitual, se queixando de sensações ruins no corpo, como formigamento, aperto no peito, taquicardia, sem ligação alguma com nenhum fator estressor. Os sintomas são frequentes, diários, e já duram mais de cinco dias.

O diagnóstico compatível com o quadro descrito é de Transtorno
 

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3081249 Ano: 2024
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Leia o caso a seguir.


Paciente A., 15 anos, iniciou tratamento em unidade de saúde mental, com queixas de muita “ansiedade” na escola. A mãe relata que ele sempre teve muita dificuldade de fazer amizade, tanto na escola, quanto com familiares. É sempre muito literal nas suas colocações e parece ser muito inocente para a idade. A mãe refere que A. demorou muito para começar a falar (dois anos de idade) e que parecia sempre desligado das pessoas. Gostava sempre de coisas que ninguém gostava, como colecionar tampinhas de garrafa, ou estudar tudo sobre dinossauros. Sempre tinha dificuldade com barulhos altos, que o deixavam irritado. Só gostava de comer arroz com feijão. Quando as coisas saíam da rotina, ficava mais ansioso e irritado. Sempre teve bom desempenho acadêmico, mas há cerca de 3 anos, após mudar para outra escola, A. começou a se queixar de aperto no peito, angústia, parestesia em membros e desrealização. Refere que isso acontecia toda vez que tinha que falar na frente dos colegas e que já não conseguia nem lanchar com eles. Em casa, começou a se isolar mais, evitando sair para lojas ou shoppings. O psiquiatra então iniciou o uso de 25 mg/dia de Paroxetina. Cerca de dez dias depois do início da medicação, a mãe reparou que A. estava mais alegre, falante, “radiante”, cheio de planos e relatava que queria se candidatar a representante da sala. Cheio de energia, não dormia direito à noite. Quinze dias após o início da Paroxetina, a família retornou ao psiquiatra, que suspendeu a medicação. Dois dias depois, A. voltou a se queixar dos mesmos sintomas de antes, retornando ao comportamento evitativo.


Baseado na história clínica, a suspeita diagnóstica para o caso é de transtorno
 

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