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Paciente com quadro de depressão maior é atendido, em unidade básica de saúde (UBS), pelo médico de família que, inicialmente, atribuiu pontuação na escala PHQ 9 igual a 17 (depressão moderada). Diante disso, o paciente foi medicado com fluoxetina 20 mg, orientado a buscar psicoterapia e a retomar a prática de atividade física. Após 6 semanas, o paciente retorna à UBS, em uso regular da medicação, ainda sem ter iniciado a psicoterapia. Contudo, relata alívio parcial dos sintomas e nega ideação suicida. Nesse momento, está com pontuação na escala PHQ 9 igual a 14 (depressão leve). O médico da família que o atendeu solicita apoio matricial para o psiquiatra do CAPS, questionando sobre a conduta mais adequada para ser seguida quanto à medicação a ser prescrita no momento. Após analisarem o caso, decidem
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O aparecimento dos transtornos da personalidade depende do desenvolvimento do indivíduo, de suas experiências precoces, dos estressores, da genética, entre outros fatores que, juntos, irão contribuir para o desenvolvimento de uma personalidade adoecida. Assim, torna-se complexo conseguir fechar o diagnóstico de transtornos da personalidade antes dos 18 anos, mas é possível, exceto para um tipo de transtorno em especial. O tipo de transtorno da personalidade que, por critério, NÃO pode ser diagnosticado antes dos 18 anos de idade é o
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O conhecimento da farmacocinética do lítio é essencial para a prescrição adequada dessa medicação. Após atingido o estado de equilíbrio estável, o ideal será a prescrição em
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O carbonato de lítio segue como um dos principais auxílios no tratamento medicamentoso do transtorno bipolar. Apesar de muito eficaz, sua prescrição segue complexa devido aos seus efeitos colaterais, bem como às interações medicamentosas, geralmente comuns, pois diversos medicamentos podem influenciar os níveis do lítio corporal. A medicação que NÃO interfere nos níveis séricos do lítio é
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O tratamento da depressão bipolar tipo II segue complexo, devido à limitada gama de medicações com nível de evidência para a recomendação ao tratamento. A única medicação NÃO recomendada para a depressão bipolar tipo II é a
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As medicações antipsicóticas de longa ação são ferramentas extremamente úteis no controle dos quadros psicóticos crônicos, particularmente nos casos de má adesão. Disponível no sistema público, o decanoato de haloperidol segue como importante representante dessa classe de medicamentos e deve ser administrado a cada
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A prescrição de antidepressivos na adolescência, apesar de útil em vários quadros psiquiátricos, segue como prática que demanda cautela, tendo em vista os riscos inerentes ao uso dessas medicações nessa faixa etária. Sendo assim, o uso da paroxetina pode proporcionar
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Eugen Bleuler foi muito importante para o entendimento da esquizofrenia, sendo o responsável, inclusive, pela denominação desse transtorno mental. Para explicar os sintomas fundamentais da esquizofrenia, Bleuler enfatizou o papel desses sintomas que ficaram conhecidos como os 4 “As” de Bleuler. Um componente NÃO contemplado pelos 4 “As” é:
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A maioria dos antipsicóticos com eficácia clínica comprovada têm em comum, algum grau de bloqueio de receptor do tipo 2 da dopamina. A exceção a essa regra é a
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Alterações de reconhecimento são comuns em quadros psicopatológicos. Quando um falso reconhecimento faz o sujeito acreditar que pessoas desconhecidas são, na verdade, pessoas próximas a ele, conhecidos ou parentes seus, ele está acometido pela Síndrome de
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