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4069008 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Novo Planalto-GO

Texto 01


O Brasil tem capacidade de zerar emissões até 2040. Conheça dois caminhos possíveis.

A conclusão é de um relatório publicado hoje (5) Instituto Amazônia 4.0. Ele propõe alternativas baseadas em reflorestamento e transição energética.


Por Maria Clara Rossini - 5 nov 2025, 16h00

O Brasil tem capacidade de atingir a neutralidade de carbono até 2040, dez anos antes do proposto na meta oficial do governo federal. Essa é a conclusão do relatório “Brazil NetZero by 2024”, que contou com a participação de pesquisadores notáveis da área: Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (USP), Nathalia Nascimento (USP), Eduardo Assad (FGV) e Roberto Schaeffer (UFRJ).


O objetivo da pesquisa foi apresentar ao governo brasileiro opções para antecipar a meta de neutralidade, que atualmente está prevista para 2050. Na Cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em novembro de 2024, o presidente Lula convocou as nações desenvolvidas a adiantar os compromissos climáticos em cinco ou dez anos.


Atingir a neutralidade de carbono (ou “Net Zero”) não significa parar completamente de usar combustíveis fósseis. Ela implica uma soma de resultado zero. Todo o carbono emitido por automóveis, casas e indústria brasileiras seria reabsorvido pelas melhores máquinas de limpeza da atmosfera já criadas: as árvores. Dessa forma, é possível frear o aquecimento do planeta. A questão é que, atualmente, nós emitimos mais gases do efeito estufa do que absorvemos.

Existem duas maneiras de mudar isso: intensificar a captura de carbono ou reduzir as emissões. É por esses dois caminhos que o relatório apresenta os planos para atingir a neutralidade até 2040. O primeiro se chama AFOLU - 2040, e foca na redução do desmatamento e mudanças no uso do solo. O segundo é o Energy - 2040, voltado à transição energética.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-brasil-tem-capacidade-de-zerar-emissoes-ate-2040-conheca-dois- caminhos-possiveis/. Acesso em: 05 nov. 2025

No contexto do texto, o termo “Net Zero” pode ser entendido como:
 

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4068938 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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O ecossistema costeiro constitui uma zona de transição dinâmica entre os sistemas continentais e oceânicos, apresentando múltiplos usos econômicos, além de alta biodiversidade. Com base nos fundamentos geográficos do uso racional do mar e da gestão costeira, assinale a alternativa correta.
 

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4068935 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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No contexto da gestão ambiental e dos recursos hídricos, determinadas áreas exercem papel essencial na proteção dos cursos d’água, contribuindo para a contenção de sedimentos, a filtragem de poluentes, a estabilização das margens e a manutenção da biodiversidade associada aos ambientes aquáticos. Além disso, essas áreas auxiliam na regulação do regime hídrico e na preservação da qualidade da água, especialmente em regiões sob intensa pressão antrópica.

Indique a alternativa que denomina corretamente essas áreas.
 

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4068695 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Presidente Médici-RO
As noções de sustentabilidade e de gestão ambiental emergem da necessidade de articular desenvolvimento econômico, conservação dos ecossistemas e participação social. Nesse debate, diferentes abordagens atribuem pesos distintos ao uso dos recursos naturais, à prevenção de impactos e ao papel da educação ambiental na construção de práticas sustentáveis.

Considerando essas dimensões, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4068694 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Presidente Médici-RO
As questões ambientais na Amazônia e em Rondônia estão associadas a processos históricos de ocupação, expansão econômica e políticas públicas que incidem sobre os recursos naturais e os modos de vida locais. Temas como desmatamento, uso do solo, conservação ambiental e desenvolvimento sustentável integram debates contemporâneos que articulam dimensões econômicas, sociais e territoriais.

Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4067953 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sossêgo-PB
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O descarte inadequado de resíduos pode provocar:

I. Prejuízos ao meio ambiente e à saúde das pessoas.

II. Maior eficiência nos processos de limpeza.

II. Prejuízos ao processo de coleta e reciclagem dos resíduos.

Está CORRETO o que se afirma:

 

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4067655 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Verbena
Orgão: UFSCAR
O conceito de sustentabilidade vinculado ao esporte impõe matizes de práticas ambientais conscientes, socialmente responsáveis e com viabilidade econômica. Para o desenvolvimento desses mecanismos, é necessária
 

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4066383 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: FADESP
Orgão: SEFAZ-PA

O Parque Estadual do Utinga, situado na fronteira entre os municípios de Belém e Ananindeua, é uma Unidade de Conservação (UC) situada na Área de Proteção Ambiental (APA) da Região Metropolitana de Belém (RMB), e foi formalmente instituído em 1993, por Decreto Estadual, alterado em 2008, sendo uma UC de proteção integral. Leia uma extração de seu Plano de Manejo.

Em relação aos dados de regeneração, foram identificadas 45 espécies, distribuídas em 25 famílias botânicas. No entanto, a família com maior número de espécies foi a Fabaceae (7). As espécies com maior taxa de regeneração natural no Parque Estadual do Utinga foram: breu-vermelho (Protium tenuifolium), abiu-vermelho (Pouteria cladantha) e breu-branco (Protium pallidum). Na Tabela 15 encontram-se os valores da DR, da FR e RN por fitofisionomia do parque.


Enunciado 4564839-1


Tabela do Plano de Manejo do Parque Estadual do Utinga, com indicação de parâmetros fitossociológicos de plantas com incidência no Parque, assinalando quando se trata de floresta de igapó (FI), floresta secundária (FS), floresta de terra-firme (FTF), de ocorrência em abundância relativa (AB%), em frequência relativa (FR%) e em regeneração natural (RN%). Fonte: SEMAS (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Governo do Pará). Revisão do Plano de Manejo do Parque Estadual do Utinga / Secretaria de Estado de Meio Ambiente. Belém: SEMA; Belém: IMAZON, 2013. p. 108).

O Plano de Manejo do Parque do Utinga lida com um estudo fitossociológico e parâmetros da mesma natureza porque

 

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4066382 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: FADESP
Orgão: SEFAZ-PA
A capital paraense possui um Plano e um Manual de orientação técnica da arborização urbana de Belém, editado pela Prefeitura Municipal em 2013. Leia a transcrição a seguir.
Do Programa de Educação Ambiental para a Arborização Urbana de Belém Art. 26 A Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA deverá coordenar, desenvolver e viabilizar recursos para a execução do Programa de Educação Ambiental para a Arborização Urbana de Belém com vistas a: [...] V - Conscientizar a população sobre as espécies indesejáveis e locais inadequados para o plantio de árvores em áreas públicas; VI – Disseminar, na comunidade em geral, a relevância do plantio de espécies nativas para a conservação da biodiversidade; [...] (Belém, Prefeitura Municipal. Manual de Orientação Técnica da Arborização Urbana de Belém: guia para planejamento, implantação e manutenção da arborização em logradouros públicos. – Belém: Universidade Federal Rural da Amazônia, 2013. p. 101).
A razão técnico-científica pela qual o referido Manual faz tais indicações é
 

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4066113 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: FADESP
Orgão: SEFAZ-PA
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Considere as seguintes afirmativas sobre os indicadores ambientais paraenses:

I. Entre 2010 e 2023 o desflorestamento acumulado no Estado do Pará aumentou de 234,9 mil para 329,2 mil quilômetros quadrados.

II. No período entre 2010 e 2023, o ano com maior incremento do desflorestamento no Estado do Pará foi o de 2021, com um incremento de mais de 5 mil quilômetros quadrados.

III. Em 2024, cerca de 50% da área territorial do Estado do Pará estava cadastrada no Cadastro Ambiental Rural.

É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s)

 

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