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A Pedologia estuda a pedogênese, que trata da formação dos solos.
Através dos estudos da Pedologia, constata-se que a(s)
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No modelo da tectônica global (tectônica de placas), as regiões de bordos de placa são extremamente dinâmicas, pois, nessas áreas, ocorrem processos e feições geológicas característicos.
Associe corretamente os diferentes tipos de limites de placa aos respectivos processos e feições geológicas.
| I - Limite Convergente | P - É marcado por amplas áreas cratônicas, que apresentam uma grande estabilidade sísmica e tectônica. |
| II - Limite Transformante | Q - Associa-se a atividade vulcânica e terremotos nas cristas dos dorsais meso-oceânicas |
| III - Limite Divergente | R - As placas deslizam uma em relação à outra, a litosfera não é criada nem destruída, sendo reconhecido por formas lineares de relevo e atividades de terremoto. |
| S - Associa-se a fossas de mar profundo, cinturões de montanha, vulcões e terremotos. |
As associações corretas são:
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O clima predominante na porção norte do Brasil, controlado por sistemas atmosféricos equatoriais e tropicais, foi denominado genericamente de clima equatorial úmido da Frente Intertropical. Esse macrotipo climático possui subtipos, entre os quais aquele que, todos os meses, apresenta elevadas temperaturas e pluviosidade, caracterizando-se como superúmido. Contribuem para a definição desse subtipo a elevada evaporação e evapotranspiração, a baixa latitude e a forte continentalidade.
MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. Climatologia. Noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. p.152-153. Adaptado.
Tal subtipo climático é identificado na seguinte porção do território brasileiro:
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Tabela 1. Resultados da análise de amostras de água do rio Quilombo coletadas em 13 de outubro de 2005. NMP = número máximo permissível.

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KAlSi3O8 (feldspato-K) + 8H2O = Al(OH)3 (gibbsita) + 3H4SiO4 + K+ + OH-
Essa reação é conhecida como
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( ) Cartas geotécnicas de suscetibilidade a movimento de massa é o mesmo que cartas de risco ao deslizamento.
( ) Cartas de aptidão ou adequabilidade são utilizadas como instrumentos úteis à política de ordenamento territorial.
( ) Cartas de suscetibilidade devem ser feitas para orientar a elaboração de estudos de risco.
( ) Carta de risco é o mesmo que carta de probabilidade de ocorrência de eventos perigosos.
( ) Cartas de perigo são feitas com base em medidas da frequência de ocorrência do evento perigoso.
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( ) A metodologia PUCE (Pattern-Unit-Component-Evaluation), da Austrália, é uma metodologia de avaliação dos terrenos baseada em dados predominantemente geomorfológicos, associados a outros, como os de solos e uso do solo.
( ) O Instituto Geológico e Geográfico do Estado de São Paulo utiliza procedimentos metodológicos de avaliação de terreno com base principalmente na geomorfologia.
( ) Cartas de suscetibilidade são comuns nas metodologias de avaliação de terreno.
( ) A metodologia francesa se caracteriza pela elaboração de cartas de fatores formando um conjunto de documentos básicos os quais são interpretados para elaboração de cartas de aptidão.
( ) A metodologia da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, proposta por Zuquette e Gandolfi , é basicamente uma metodologia multitemática.
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( ) A definição adotada é de que uma carta geotécnica é uma carta geológica que fornece uma representação generalizada de todos os componentes de um ambiente geológico que tenha importância para o planejamento do uso do solo e para o projeto, construção e manutenção das obras de engenharia civil e de mineração.
( ) As informações básicas para elaboração das cartas geotécnicas são: dados das rochas e dos solos; as condições hidrogeológicas; e as condições geomorfológicas.
( ) As cartas geotécnicas são classificadas de acordo com sua finalidade (específica ou múltipla) e escala (pequena, média e grande).
( ) São consideradas escalas pequenas as iguais ou menores que 1:100.000, escalas grandes as iguais ou maiores que 1:1.000 e médias as entre 1:1.000 e 1:100.000.
( ) Na preparação de cartas de zoneamento geotécnico, os níveis taxonômicos são assim definidos: "Regiões", baseado na uniformidade dos diferentes elementos das estruturas geotectônicas; "Áreas", baseado na uniformidade das diferentes unidades geomorfológicas regionais; "Zonas", baseado na homogeneidade litológica e no arranjo estrutural dos complexos formados pelas litofaceis das rochas e solos; e "Distrito", nos quais as condições hidrogeológicas e fenômenos geodinâmicos são uniformes.
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( ) Risco é uma condição com o potencial de causar uma consequência indesejável. A descrição de um risco de deslizamento deve incluir o local, volume (ou área), classificação e velocidade dos deslizamentos em potencial e materiais destes resultantes, e a probabilidade de sua ocorrência dentro de um período de tempo determinado.
( ) Vulnerabilidade é o grau de perda para um dado elemento ou grupo de elementos dentro da área afetada pelo deslizamento. É expressa numa escala de zero (sem perda) até um (perda total).
( ) Perigo é uma medida da probabilidade e severidade de um efeito adverso à saúde, propriedade ou meio ambiente.
( ) São elementos em risco a população, prédios e construções, atividades econômicas, serviços públicos, outros tipos de infraestrutura e valores do meio ambiente na área que é potencialmente afetada pelo perigo do deslizamento.
( ) Suscetibilidade de deslizamento é o resultado de uma análise quantitativa ou qualitativa da classifi cação, volume (ou área) e distribuição espacial de deslizamentos que existem ou podem ocorrer em uma área.
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( ) No Brasil, dos desastres associados a causas naturais, os mais frequentes são as inundações seguidas dos escorregamentos, no entanto, os escorregamentos são, dos desastres, os que mais causam mortes.
( ) A preparação da carta de suscetibilidade de deslizamento é normalmente baseada em duas premissas: que o passado é um guia para o futuro, de modo que existe a probabilidade de ocorrer deslizamentos no futuro em áreas que passaram por deslizamentos no passado; e que, em áreas com topografia, geologia ou geomorfologia similares a áreas onde ocorreram deslizamentos no passado, também existe a probabilidade de ocorrer deslizamentos no futuro.
( ) A metodologia Zermos (zonas expostas a movimentação de solo) foi adotada pelo serviço geológico alemão e é empregada em áreas com acentuadas variações nas inclinações das encostas por serem zonas com maior possibilidade de movimentação de materiais geológicos.
( ) As cartas de risco devem ser elaboradas tomando-se como base documentos relacionados aos eventos perigosos, aos elementos de ocupação e à vulnerabilidade dos elementos diante do evento perigoso.
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