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Análise de fácies sísmicas também pode se correlacionar à descrição e interpretação geológica (ambiente, litofácies, etc.) dos parâmetros de reflexão sísmica, principalmente seus arranjos 3D e terminações 2D. Quanto às terminações observadas nas amplitudes, uma das ferramentas mais úteis na sismoestratigrafia é o Método ABC, que mapeia e traduz as terminações de amplitudes de cada unidade de fácies sísmica que represente uma sequência sismoestratigráfica.
O método se expressa na forma (A-B)/C, em que A é o padrão de terminação das reflexões no limite da sequência superior, B é o padrão de terminação das reflexões no limite da sequência inferior e C é o padrão sísmico interno da sequência analisada. Com relação a esse método ABC, todas as afirmações a seguir são corretas, EXCETO:
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Fácies sísmicas podem ser descritas como “unidades sísmicas tridimensionais mapeáveis, compostas por grupos de reflexões cujos parâmetros são diferentes das unidades fácies adjacentes”. Análise de facies sísmicas é a descrição e a interpretação de eventos de reflexão sísmica, tais como configuração, continuidade, amplitude e frequência, internos a uma estrutura estratigráfica de uma seqüência deposicional. Seu objetivo é determinar as variações de parâmetros sísmicos internos de seqüências de terceira ordem e seus tratos de sistemas para descrever variações laterais de litofácies e alterações do tipo de fluido. Quando se deseja usar atributos sísmicos na interpretação de parâmetros de reflexão sísmica, as seguintes afirmativas, que relacionam o atributo sísmico a suas aplicações geológicas, estão corretas, EXCETO:
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Na área do Pré-Sal brasileiro, uma prática muito comum é a aplicação de dados invertidos para geração de volumes de impedâncias compressionais (IP) e cisalhantes (IS) calibradas com valores obtidos em perfis de poços.
Um volume sísmico muito comum na tentativa de correlações entre dados sísmicos e tais impedâncias é denominado volume !$ \mu !$ p (em que !$ \mu !$ é o módulo de cisalhamento e p, a densidade). A seguinte equação, usada para gerar volumes invertidos, mostra a melhor aproximação do valor sísmico de !$ \mu !$ p:
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Todos os itens abaixo são consequências ou benefícios proporcionados pela inversão de dados sísmicos para impedância, EXCETO:
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Todos os itens abaixo fazem parte dos procedimentos de inversão para modelagem em profundidade da Terra para estimativas de velocidades das camadas, EXCETO:
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Todos os itens abaixo fazem parte dos processos de inversão para modelagem em profundidade da Terra, para estimar as geometrias de refletores, EXCETO:
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A modelagem inversa é uma técnica matemática cujo objetivo é determinar propriedades físicas de subsuperfície de uma região terrestre que tenha produzido um determinado registro sísmico. Algumas das propriedades que são invertidas incluem velocidade acústica, formação e densidades de fluidos, impedância da onda P, razão de Poisson, compressibilidade da formação, rigidez de cisalhamento, porosidade e saturação de fluido. Tal modelagem tem sido muito útil para os geofísicos e pode ser categorizada em dois grandes tipos: inversão determinística e estocástica. Assinale a única afirmativa válida para essas inversões:
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Inversão de dados geofísicos é um importante processo aplicado, por exemplo, para transformar dados de reflexão sísmica em descrições quantitativas de propriedades de rochas reservatório. A inversão sísmica pode ser realizada na fase pré ou pós-empilhamento e ser determinística, estocástica ou geoestatística. Normalmente, ela inclui outras medidas de reservatório, como registros de poços e medidas em amostras de testemunhos. Todos os métodos modernos de inversão sísmica requerem dados sísmicos e uma wavelet que pode ser estimada a partir dos dados. Com relação aos parâmetros e processos de inversão sísmica, todas as afirmativas abaixo são corretas, EXCETO:
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Em muitos projetos sísmicos, o primeiro dado que um intérprete pode ter disponível é o resultado do empilhamento após o NMO. A correção de NMO seguida pelo empilhamento é uma maneira rápida e fácil de produzir uma primeira, embora imperfeita, visualização dos dados. Com relação aos processos e características de NMO e empilhamento mencionadas a seguir, é correto afirmar que:
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Processamento sísmico tem como objetivo tratar dados adquiridos e transformá-los numa imagem da geologia analisada. Ele consiste em aplicar uma seqüência de rotinas computacionais usando diversas sequências de etapas, adequadas às finalidades de cada levantamento sísmico. Muitas etapas ao longo do processamento exigem julgamentos e decisões técnicas de quem processa, mas também do intérprete dos dados. É recomendável que um intérprete esteja envolvido em todas as etapas do processamento para que todas as decisões busquem a máxima recuperação da resolução sísmica possível, ou sua otimização. Os processos descritos a seguir aumentam a resolução de um sinal sísmico, EXCETO:
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