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Na obra “Os domínios de natureza no Brasil: pontencialidades paisagísticas” (2003), o geógrafo Azis Ab’Saber afirma:
“Já se disse que as paisagens de exceção constituem fatos isolados, de diferentes aspectos físicos e ecológicos no corpo geral das paisagens habituais [e que] são referenciais para os homens desde a pré-história. (...) no amplo conjunto de paisagens de exceção existentes [no Brasil, destaca-se uma que está] à jusante dos grandes reservatórios regionais (...) e é um dos desfiladeiros mais importantes e espetaculares do Brasil. Suas paredes rochosas semidesnudas são revestidas por espécies anãs de uma [vegetação] arbustiva e esgarçada. Uma vegetação resistente se instalou em íngremes vertentes de rochas resistentes, superficialmente dominadas por litossolos”.
AB’SABER. A. N. Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê editorial, 2003. p. 149-150 (adaptado).
A descrição refere-se à paisagem de exceção chamada de
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Sobre os tipos de racionalidade que devem ser identificados para a implantação de um empreendimento no meio natural, faz-se a seguinte afirmativa:
“[Essa racionalidade] pode ser conceituada a partir do momento em que se identifica a sociedade como uma coleção de indivíduos e, consequentemente, estão destinados a surgir conflitos de interesse que não podem ser resolvidos por [outros meios]. [Tal racionalidade] opera mais no sentido de estabilizar e institucionalizar conflitos do que de removê-los e, dessa maneira, não é socialmente racional”.
RHODE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo: Oficina de textos, 2013. p. 17 (adaptado).
A racionalidade descrita é
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[Esse metamorfismo] desenvolve-se em faixas longas e estreitas nas adjacências de falhas ou zonas de cisalhamento, onde pressões dirigidas de grande intensidade causam movimentação e rupturas na crosta. A energia mecânica envolvida produz intensa cominuição dos minerais na zona de maior deformação, reduzindo a granulação das rochas em escalas diversas e deformando-as com intensidade variáveis. [Esse metamorfismo] provoca transformações texturais e estruturais como microbandamentos ou laminações tectônicas.
TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, T. R.; TOLEDO, M. C. M.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 623p. (adaptado).
O metamorfismo descrito no trecho anterior é o:
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[Trata-se] de um corpo tubular, com forma de folha, formado pela injeção de magma entre as camadas paralelas da rocha acamada preexistente. [...] são intrusões concordantes, isto é, seus limites são paralelos às camadas, sejam elas horizontais ou não. O tamanho [pode variar] de um centímetro a centenas de metros e podem estender-se por áreas consideráveis.
PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 (adaptado).
Essa descrição refere-se a um(a):
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“[Ao entrar no Brasil, esse importante rio corre sobre diversas bacias. Uma dessas bacias] está situada entre os escudos das Guianas, ao norte, e do Brasil Central, ao sul. Possui orientação ENE-WSW e se estende entre o Arco de Purus, que passa na altura da confluência dos rios [importantes da região], até o Arco de Gurupá. Sua estratigrafia é relativamente bem conhecida, envolvendo sequências de rochas do Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico com espessura de até 5.000 m. Ela se formou a partir de um regime extensional [...] durante o Paleozoico. No Mesozoico ergueu-se um alto na região da cidade de Monte Alegre (PA), designado Arco de Monte Alegre, que formou dois depocentros [...].
HASUI, Y., CARNEIRO, C. D. Ré.; ALMEIDA, F. F, M. de.; BARTORELLI, A. Geologia do Brasil. São Paulo: Editora Beca, 2012 (adaptado).
A descrição refere-se à bacia
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O risco não pode ser compreendido de forma desvinculada do contexto no qual ele ocorre, mas devem ser consideradas as variáveis físicas, sociais, políticas, econômicas e outras que possam estar implicadas. Favero et al. (2014) enfatizam que riscos e desastres têm sua origem na interação entre seres humanos e seu contexto social, salientando-se que, mais do que um evento agudo, um desastre é a expressão aguda da vulnerabilidade em suas diferentes dimensões (física, social, ambiental etc.). De acordo com o último diagnóstico de Vilas e Favelas da Prefeitura de Belo Horizonte (2019), as vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte possuem cerca de 120 mil domicílios e uma população de mais de 370 mil pessoas.
PARIZZI, M. G. Riscos geológicos e hidrológicos no município de Belo Horizonte/MG. In: Revista Brasileira de Engenharia e Ambiental. v. 11. Número 02. 2021 (adaptado).
Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Os desastres ocorrem por responsabilidade exclusiva do contexto social, uma vez que as pessoas ocupam áreas impróprias e com grandes riscos de ocorrência de escorregamentos e outros movimentos de massa.
PORQUE
II. A análise de vulnerabilidade mostra que existem dimensões sociais, físicas, ambientais, entre outras, quando nos deparamos com um evento agudo: um desastre.
Assinale a alternativa correta.
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Considerando a relação entre climas e solos, analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O clima influencia o desenvolvimento dos solos, em diferentes lugares do mundo,
PORQUE
II. os regimes de temperatura e umidade dos climas determinam as reações químicas, a atividade orgânica e a movimentação da água dentro dos solos.
Assinale a alternativa correta.
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De acordo com a obra “Para entender a Terra” (2006), “[existem diferentes] processos de superfície do ciclo das rochas que são importantes na formação das rochas sedimentares”.
PRESS, F.; SIEVER, R.; GROTZINGER, J.; JORDAN, T. H. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 (adaptado).
São exemplos desses processos, exceto:
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As bacias interiores do Brasil podem ser classificadas de diferentes formas, conforme estudos realizados.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação da classificação da bacia com sua respectiva característica, conforme descrito por Bizzi et. al. (2003), na obra “Geologia, tectônica e recursos minerais do Brasil”.
COLUNA I
1. Bacias intracratônicas
2. Bacias Strike-Slip
3. Bacias de antepaís retroarco
COLUNA II
( ) Essas bacias formam-se em áreas com regime de tectônica de placas mutantes, com alternância de transcorrências e falhamentos normais. Entre esses tipos de bacia, estão as bacias pull-apart, formadas como calhas extensionais e as bacias poli-históricas, formadas inicialmente como bacias rifte, desenvolvidas sob extensão regional.
( ) Essas bacias se localizam no interior continental da Plataforma Sul-Americana, região de história geológica longa e complexa, onde se depositaram espessas sequências de rochas sedimentares paleozoicas e mesozoicas, algumas com intenso magmatismo básico e alcalino associado. Essas rochas sedimentares afloram em área superior a 3.500.000 km2, remanescente de superfície primitivamente muito maior, cujos sítios deposicionais foram condicionados por estruturas herdadas do ciclo Brasiliano-Pan-Africano.
( ) Tais bacias são estruturas de grande escala e longa duração: centenas de quilômetros de largura, milhares de quilômetros de extensão, muitos quilômetros de espessura e 10-100 milhões de anos de duração. Elas formam-se ao longo dos flancos de cinturões orogênicos de margem continental, do lado voltado para o interior do continente.
Assinale a sequência correta.
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Sobre os desafios colocados na evolução da dimensão cientifica do risco de desastres, conforme as análises de Saito et. al. (2022), assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) É necessário aprofundar o conhecimento sobre a fenomenologia dos processos físicos relacionados às diferentes tipologias de inundações e movimentos de massa, identificando os principais agentes, causas e respectivos parâmetros passíveis de monitoramento remoto.
( ) É importante desenvolver protótipos de novos sensores para monitoramento remoto de parâmetros ambientais relacionados às inundações e movimentos de massa, de preferência de baixo custo, que permitam a integração em redes observacionais em escala local e regional.
( ) É fundamental proporcionar diálogos e integração entre as diversas áreas técnicas e científicas visando a consolidar a abordagem multidisciplinar para produção de conhecimento e efetivação de ações dirigidas a um sistema de alertas antecipados de desastres geo-hidrológicos; e, na mesma lógica, estimular e desenvolver aplicações da matemática computacional em pesquisas relacionadas a desastres naturais.
Assinale a sequência correta.
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