Qual a importância de avaliar as Arritmias no Teste
Ergométrico? As arritmias cardíacas surgidas no
esforço físico ou até mesmo na recuperação são de
extrema importância. Há dados que mostram que
mesmo arritmias muitas vezes consideradas benignas
como as extrassístoles, se ocorrerem de maneira
frequente ou de forma complexa, podem indicar risco
cardiovascular aumentado. Um estudo mostrou que
extrassístoles ventriculares frequentes foram associadas
a maior risco em um acompanhamento de 05 anos.
Exemplo: um estudo que acompanhou 29 mil pacientes
durante 05 anos mostrou um risco relativo de
mortalidade 50% maior no grupo que teve extrassístoles
ventriculares frequentes, definidas como 07 ou mais
extrassístoles ventriculares por minuto, bigeminismo
ventricular, trigeminismo ventricular, extrassístoles
ventriculares pareadas, TVNS, principalmente se
ocorreram após o esforço físico, ou seja, durante a
recuperação. Levando em consideração os dados acima,
além do esforço físico, torna-se importante, continuar a
monitorização eletrocardiográfica durante a
recuperação pelo tempo recomendado pelas diretrizes
de cardiologia. Vale lembrar que a sístole ventricular
ocorre:
Na .................................. o paciente está
hiperventilando e, consequentemente, “lavando” o
CO2, isto é, expulsando o CO2. A resposta neste caso é
renal com excreção de HCO3. Deve ser avaliado se o
distúrbio é agudo ou crônico. Neste caso, as relações
que usamos são: um decréscimo de 2 mEq/L no HCO3
para cada redução de 10mmHg do pCO2 abaixo de 40
mmHg, nos casos agudos e um decréscimo de 5 mEq/L no HCO3 para cada redução de 10mmHg no pCO2
abaixo de 40 mmHg, nos casos crônicos. Escolha a
opção que completa corretamente o espaço pontilhada
da questão.
Atualmente não existe cura para a Doença de
Alzheimer (DA), no entanto, os sintomas podem ser
tratados por meio de medidas farmacológicas e não
farmacológicas. Uma das medidas não farmacológicas
indicadas para melhorar ou retardar os sintomas são os
exercícios físicos. O tratamento medicamentoso
consiste, basicamente, no uso de inibidores da
acetilcolinesterase e objetiva retardar a evolução natural
da doença ou estabilizar os comprometimentos
comportamentais e cognitivos. O trabalho da
fisioterapia geralmente é composto por exercícios
físicos que visam à manutenção da independência física
e redução do risco de quedas, promovendo a
estimulação motora e cognitiva. Esses objetivos devem
ser constantemente reavaliados de acordo com a fase da
DA em que o paciente se encontra. A principal região
comprometida no encéfalo e o papel da
acetilcolinesterase, neste caso, são respectivamente:
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é
causada pela compressão do plexo braquial, artéria
subclávia e veia subclávia na região do desfiladeiro
torácico. Estas estruturas podem ser comprimidas entre
a clavícula e a primeira costela ou por um número de
variações anatômicas. A compressão neurológica é a
forma mais comum da síndrome do desfiladeiro
torácico. Complicações vasculares ocorrem com pouca
frequência. Complicações arteriais geralmente resultam
da compressão da artéria subclávia por costela cervical
completa. As complicações venosas estão muitas vezes
relacionadas à compressão muscular da veia
subclávia. Escolha a única opção em que todos os
nervos citados constituem ramificações do plexo
braquial.
H.F.C. sexo feminino, 67 anos, branca, aposentada,
procedente e residente de Lauro de Freitas – BA.
Trazida pela filha ao atendimento de emergência onde
referiu que na noite anterior perdeu parte do movimento
do corpo do lado direito, hoje, está com dificuldade
para falar. Paciente apresentava-se afebril e dispneica.
Quando questionada sobre demais sistemas negou
alterações. Não soube informar sobre desenvolvimento
neuropsicomotor, menopausada há 12 anos. Refere ser
diabética há 12 anos, faz uso de metformina. Nega
demais comorbidade, alergias, cirurgias e transfusões
sanguíneas. Filha afirma histórico familiar de IAM.
Quando questionada sobre hábitos de vida refere dieta
equilibrada, sedentarismo, ex-fumante, nega etilismo. O
lado do cérebro comprometido e a via neuromotora
correspondente seriam:
A paralisia cerebral descreve um grupo de
desordens permanentes do desenvolvimento do
movimento e postura atribuído a um distúrbio não
progressivo que ocorre durante o desenvolvimento do
cérebro fetal ou infantil, podendo contribuir para
limitações no perfil de funcionalidade da pessoa. A
desordem motora na paralisia cerebral pode ser
acompanhada por distúrbios sensoriais, perceptivos,
cognitivos, de comunicação e comportamental, por
epilepsia e por problemas musculoesqueléticos
secundários (ROSENBAUM et al., 2007). Caso
comprometimento atinja neurônios motores superiores
o principal sintoma seria:
Para diferentes áreas da fisioterapia, o plano terapêutico pode incluir atividades de dupla tarefa. Para o paciente neurológico, o treinamento de dupla tarefa vem ao encontro de perdas relacionadas às diferentes condições da situação, como trabalhar a execução de uma tarefa ligada ao foco principal de atenção juntamente com outra tarefa relacionada a algum outro deficit, e que são realizadas simultaneamente. Uma paciente de 68 anos apresenta perda de força dos músculos de membros inferiores, o que dificulta sua marcha e a permanência em pé por muito tempo. Também tem perda cognitiva e sua maior dificuldade está em se lembrar de fatos recentes. Sente-se motivada quando ouve músicas dos anos sessenta. O trabalho de dupla tarefa para a paciente poderia ser:
Paciente, sexo masculino, 49 anos, sofreu Acidente Vascular Encefálico (AVE) há 4 meses. No período, ficou hospitalizado por 5 dias e realizou 20 sessões de tratamento fisioterapêutico. Concluídas as sessões, seguiu realizando caminhada por uma hora diária. Tem apresentado boa cognição, fala, motivação para exercícios físicos, os quais não tem realizado na última semana pelo fato de sentir os pés edemaciados e “um pouco de falta de ar”, segundo seu relato. Procurou a clínica de fisioterapia, a fim de verificar o que poderia fazer para amenizar os sintomas. Durante a avaliação clínica, foram verificados os seguintes parâmetros: pressão arterial em repouso de 180x110 mmHg; Frequência Respiratória em repouso de 27 respirações por minuto; Frequência Cardíaca de 112 batimentos por minuto; grau 4 de função para os músculos do lado direito do corpo e grau 3 para os músculos do lado esquerdo. A conduta ideal inicialmente para o paciente é:
O equilíbrio corporal pode ser definido como a habilidade que o indivíduo possui de se manter com o centro de massa sobre uma base de suporte estável ou retornar o centro de massa corporal sobre essa base após a aplicação de uma força desordenada interna ou externa que o tenha feito perder a estabilidade. A perda de equilíbrio pode ser característica de diversos distúrbios e lesões neurais. O profissional fisioterapeuta tem ação importante na detecção das alterações corporais durante o exame clínico. Para avaliação do equilíbrio, é importante realizar alguns testes, cada um deles com uma especificidade que complementa os demais. Para avaliação de equilíbrio de um paciente com algum problema neurológico, devem ser aplicados os seguintes testes:
Uma técnica fisioterapêutica bastante utilizada para melhorar o desempenho físico de pessoas com lesões neurológicas é a Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP). A ativação muscular é potencializada pelo estímulo de estiramento, quando as fibras musculares são alongadas ao máximo imediatamente antes de se iniciar o estímulo para a contração muscular. Esse alongamento ativa receptores intramusculares que, por sua vez, desencadeiam a ativação de neurônios motores culminando na contração das unidades motoras relacionadas. Para que se tenha esse processo facilitado, os receptores inicialmente ativados são: