A palpação é uma técnica utilizada pelo fisioterapeuta para examinar adequadamente o paciente em situações de queixa de dor e limitação da mobilidade articular como, por exemplo, a articulação do punho. Nessa articulação, palpa-se, na face radial do carpo, um osso que representa o assoalho da tabaqueira anatômica na fileira carpal proximal, que é fraturado com maior frequência. Muitas vezes, a fratura ocorre por uma queda sobre a palma da mão em abdução. O desvio ulnar permite que esse osso deslize para fora do processo estilóide do rádio, sob o qual se localiza e torna-se palpável. Este osso é o
Paciente A.R.S., do sexo masculino, 54 anos, com história de acidente automobilístico culminando em trauma cranioencefálico há 9 anos. Evoluiu com diplopia sem melhora clínica. Ao exame físico, apresenta quadro motor típico de paresia unilateral de oblíquo superior à esquerda. Como tentativa de atenuar essa dupla visão, o paciente adota uma posição de inclinação da cabeça para o lado contrário do nervo lesado e o queixo para baixo. Após analisar o caso clínico assinale a alternativa correspondente ao nervo craniano lesado.
Em avaliação neurológica de paciente pós-AVE
isquêmico em território da artéria cerebral média
esquerda, observa-se comprometimento das áreas de
Brodmann 44 e 45 (área de Broca), com extensão à área
6 e margem superior da área 22. Na avaliação
fisioterapêutica, espera-se encontrar:
Durante avaliação de radiografia torácica PA e Perfil
de trabalhador têxtil (15 anos de exposição a fibras de
algodão), 52 anos, o fisioterapeuta identifica: ângulos
costofrênicos livres, seios costofrênicos posteriores
preservados, cúpulas diafragmáticas com mobilidade
mantida, trama vasculobrônquica aumentada em lobos
superiores, infiltrado reticulonodular difuso
predominante em zonas médias, linhas B de Kerley
visíveis em bases, relação cardiotorácica < 0,5. Quanto à
análise dinâmica em inspiração/expiração:
Durante condução de grupo de gestantes na UBS,
fisioterapeuta avalia participante primigesta, 28
semanas, sem contraindicações obstétricas, que
apresenta na avaliação: força muscular do assoalho
pélvico grau 3 (Escala Oxford Modificada), teste
positivo de diástase dos retos abdominais (3,2cm
supraumbilical) e perineometria = 25 cmH2O. Na
prescrição do treino muscular em grupo para preparação
do parto normal, deve-se:
Uma paciente idosa apresenta quadro de
incontinência urinária de esforço. Durante a avaliação
fisioterapêutica inicial, qual metodologia é mais indicada
para avaliar a função dos músculos do assoalho pélvico
e identificar possíveis déficits?
Na avaliação do quadril, o fisioterapeuta utiliza
diversas manobras para investigar a amplitude de movimento, a estabilidade articular e a presença de dor.
Qual das seguintes manobras é utilizada para avaliar a
integridade do lábio acetabular e a presença de lesões no
quadril, reproduzindo o mecanismo de impacto
femoroacetabular?
Em atendimento domiciliar na ESF, paciente
masculino, 42 anos, HIV+ (CD4=280 células/mm³), em
tratamento para tuberculose pulmonar há 3 semanas
(RIPE), apresenta: tosse produtiva matinal, dispneia aos
moderados esforços (mMRC=2), saturação=94% em ar
ambiente, ausculta pulmonar com murmúrios
diminuídos em ápice direito e baciloscopia ainda
positiva. Na avaliação funcional, TC6' = 380m e CAT
(COPD Assessment Test) = 18 pontos. Considerando o
contexto da atenção primária, a conduta fisioterapêutica
apropriada é:
Na avaliação fisioterapêutica de idoso (82 anos) com
sarcopenia grave segundo critérios EWGSOP2,
identificou-se: força de preensão palmar = 18kgf, SPPB
= 6 pontos, velocidade de marcha = 0,6m/s e DEXA
evidenciando massa muscular apendicular = 5,2kg/m². O
programa de reabilitação deve priorizar:
Durante programa de reabilitação cardíaca fase II em
paciente pós-IAM (3 meses), com FEVE de 42% e classe
funcional NYHA II, observa-se na 12ª sessão: FC
repouso=78bpm, PA=130x85mmHg, Borg=13 e
saturação=96% em exercício aeróbico moderado (60%
FCR). Durante a progressão do exercício em
cicloergômetro: