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No que se refere às tecnologias de redes de acesso sem fio e às novas tendências de mercado, julgue o item que se segue.
Para melhor atendimento das necessidades das aplicações, as pesquisas sobre rádio cognitivo visam construir um sistema autônomo de comunicação sem fio, capaz de alocar dinamicamente as regiões livres do espectro eletromagnético.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
O amplificador óptico do tipo SOA (semiconductor optical amplifier) pertence à família de amplificadores embasados em guias de ondas ópticas para os sistemas WDM.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
O SDH-NG permite a convivência de tráfegos TDM e de pacotes embasados no protocolo IP.
O SDH-NG permite a convivência de tráfegos TDM e de pacotes embasados no protocolo IP.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
Por possuírem baixo fator de dispersão cromática, as fibras single mode (SM − G.652) são as mais indicadas para operar em sistemas WDM com alta concentração de comprimentos de ondas.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
Suportar o tráfego de qualquer tecnologia por meio de transponders ópticos, independentemente do fabricante, é um dos benefícios de uma rede WDM.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
O SDH-NG oferece novos recursos em relação às redes SDH/SONET, tais como o VCAT (virtual concatenation), o GFP (generic framing procedure) e o LCAS (link capacity adjustment scheme).
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
Uma rede com tecnologia OTH conta com sinais independentes para gerenciamento, supervisão e proteção do sinal do cliente. Entre esses sinais, o OTU2 e o OTU2e, previstos pela recomendação G.709, destinam-se aos clientes do tipo ethernet.
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Com relação às tecnologias de interligação de redes e de transmissão digital, julgue o item.
Em comparação com um virtual container SDH de largura de banda fixa, o recurso de VCAT (virtual concatenation) fornece maior eficiência no transporte de serviço de dados.
Em comparação com um virtual container SDH de largura de banda fixa, o recurso de VCAT (virtual concatenation) fornece maior eficiência no transporte de serviço de dados.
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No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
Internet: <www.anatel.gov.br> (com adaptações).
Considere que se deseje implementar sistema que ofereça aplicações de transmissão de dados em banda larga por meio de rede de satélites geoestacionários transparentes, para cobrir o território nacional. Espera-se, para essas aplicações, disponibilidade elevada para o sistema, incluindo-se os equipamentos terrestres e satelitais e os enlaces de subida e de descida. Para isso, o sistema deverá apresentar, nos enlaces de subida, em situações de céu claro, potência quiescente do sinal transmitido igual à potência necessária, nessas situações, à obtenção de requisitos de qualidade e à da taxa transmissão de dados, sem acréscimo de margem de desvanecimento por chuva. A norma que a ANATEL planeja regulamentar, apresentada em parte no texto acima, deve ser considerada, pois o sistema deverá operar em banda Ka. Com relação ao sistema proposto e às informações apresentadas, julgue o item.
O controle automático de potência nos enlaces de subida, cuja permissão está sendo prevista pela ANATEL para sistemas que operam em banda Ka na órbita geoestacionária, é uma medida que pode facilitar a obtenção da disponibilidade elevada desejada para o sistema. Nesse sentido, considerando-se apenas o desvanecimento decorrente da atenuação por chuva e tomando-se por base a figura a seguir − que ilustra gráficos da porcentagem do tempo em que a atenuação por chuva é excedida para transmissão via satélite geoestacionário, em diversas bandas de frequência, quando são verificadas taxas de precipitação de chuva semelhantes às encontradas no território nacional −, é correto afirmar que, com o uso do referido controle automático de potência, é possível, por exemplo, que em cada enlace de subida seja garantida disponibilidade de 99% para o sistema proposto, caso esse controle seja capaz de proporcionar ganho de até 40 dB à potência quiescente do sinal transmitido pelas estações terrenas.

O controle automático de potência nos enlaces de subida, cuja permissão está sendo prevista pela ANATEL para sistemas que operam em banda Ka na órbita geoestacionária, é uma medida que pode facilitar a obtenção da disponibilidade elevada desejada para o sistema. Nesse sentido, considerando-se apenas o desvanecimento decorrente da atenuação por chuva e tomando-se por base a figura a seguir − que ilustra gráficos da porcentagem do tempo em que a atenuação por chuva é excedida para transmissão via satélite geoestacionário, em diversas bandas de frequência, quando são verificadas taxas de precipitação de chuva semelhantes às encontradas no território nacional −, é correto afirmar que, com o uso do referido controle automático de potência, é possível, por exemplo, que em cada enlace de subida seja garantida disponibilidade de 99% para o sistema proposto, caso esse controle seja capaz de proporcionar ganho de até 40 dB à potência quiescente do sinal transmitido pelas estações terrenas.

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No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.
A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.
Internet: <www.anatel.gov.br> (com adaptações).
Considere que se deseje implementar sistema que ofereça aplicações de transmissão de dados em banda larga por meio de rede de satélites geoestacionários transparentes, para cobrir o território nacional. Espera-se, para essas aplicações, disponibilidade elevada para o sistema, incluindo-se os equipamentos terrestres e satelitais e os enlaces de subida e de descida. Para isso, o sistema deverá apresentar, nos enlaces de subida, em situações de céu claro, potência quiescente do sinal transmitido igual à potência necessária, nessas situações, à obtenção de requisitos de qualidade e à da taxa transmissão de dados, sem acréscimo de margem de desvanecimento por chuva. A norma que a ANATEL planeja regulamentar, apresentada em parte no texto acima, deve ser considerada, pois o sistema deverá operar em banda Ka. Com relação ao sistema proposto e às informações apresentadas, julgue o item.
Nas propostas da norma da ANATEL apresentadas no texto, há, pelo menos, dois critérios que permitem reduzir a interferência entre satélites e entre satélites e estações terrenas que operam na órbita geoestacionária na banda Ka, o que pode facilitar a obtenção de determinada relação C/I necessária ao sistema proposto e reduzir a necessidade de coordenação entre exploradoras de segmento espacial.
Nas propostas da norma da ANATEL apresentadas no texto, há, pelo menos, dois critérios que permitem reduzir a interferência entre satélites e entre satélites e estações terrenas que operam na órbita geoestacionária na banda Ka, o que pode facilitar a obtenção de determinada relação C/I necessária ao sistema proposto e reduzir a necessidade de coordenação entre exploradoras de segmento espacial.
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