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O comportamento do fogo está associado a fatores topográficos, meteorológicos e do material combustível. Com relação às características dos combustíveis florestais, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
| 1. Tamanho e forma têm a ver... | ( ) ...com os combustíveis que, depositados tanto horizontal quanto verticalmente sobre uma área, interferem na velocidade e direção com que o fogo se propaga. |
| 2. Quantidade tem a ver... | ( ) ...com a espessura ou diâmetro (timelag) dos materiais, sendo importante no controle da inflamabilidade dos combustíveis. |
| 3. Continuidade tem a ver... | ( ) ...com a propagação do fogo e o quanto de calor será liberado na queima. |
| 4. Conteúdo de umidade tem a ver... | ( ) ...com as trocas de calor e umidade com o ambiente. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Uma fonte de calor suficientemente forte é uma das condições necessárias para a ocorrência e a continuidade da combustão. Portanto, após iniciado o fogo, o calor deve ser transferido da zona de combustão para os combustíveis próximos, a fim de que o incêndio possa avançar ou se propagar. Essa transferência de calor pode ocorrer através da condução, da radiação e da convecção. Sobre os três processos de transferência de calor, considere as seguintes afirmativas:
1. Condução é a transferência de calor por contato direto com a fonte de calor. Quando uma substância é aquecida, ela absorve calor e sua atividade molecular interna aumenta. O aumento da atividade molecular é acompanhado de um aumento de temperatura. Essa forma de transferência é importante na propagação dos incêndios florestais, tendo em vista o valor do coeficiente de condutibilidade térmica dos combustíveis florestais.
2. Radiação é a transferência de calor através de ondas eletromagnéticas, à velocidade da luz. A quantidade de energia irradiada por um corpo varia com sua temperatura e é proporcional à quarta potência de sua temperatura absoluta.
3. Convecção é a transferência de calor através do movimento circular ascendente de massas de ar aquecidas. O fogo pode criar condições de turbulência, aspirando oxigênio pelos lados e lançando para cima o ar aquecido. O movimento convectivo pode transportar fagulhas a grandes distâncias da frente principal dos incêndios de alta intensidade, dificultando o seu controle.
Assinale a alternativa correta.
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De acordo com Soares e Batista (2007, p. 155), “índices de perigo de incêndios são indicadores que refletem, antecipadamente, a probabilidade de ocorrer um incêndio, assim como a facilidade de o mesmo se propagar, com base nas condições atmosféricas do dia ou de uma sequência de dias”. Um dos índices mais utilizados no Brasil é a Fórmula de Monte Alegre (FMA), desenvolvida na região central do estado do Paraná em 1972. Esse índice é acumulativo e utiliza duas variáveis meteorológicas: a umidade relativa do ar, de forma direta, e a precipitação, de forma indireta. A sua equação básica é:
\( FMA = \sum\limits^{n}_{i=1} \left ( \dfrac{100}{H_i} \right ) \)
em que: FMA = Fórmula de Monte Alegre; H = umidade relativa do ar (%), medida às 13 horas; n = número de “i” dias sem chuva maior ou igual a 13,0 mm.
As restrições à somatória da FMA, de acordo com a precipitação do dia, são apresentadas na tabela abaixo:
|
Precipitação do dia (mm) |
Modificação no cálculo |
| < 2,4 | Nenhuma |
| 2,5 a 4,9 | Abater 30% na FMA calculada na véspera e somar (100/H) do dia. |
| 5,0 a 9,9 | Abater 60% na FMA calculada na véspera e somar (100/H) do dia. |
| 10,0 a 12,9 | Abater 80% na FMA calculada na véspera e somar (100/H) do dia. |
| > 12,9 | Interromper a somatória (FMA = 0) e recomeçar o cálculo no dia seguinte ou quando a chuva cessar. |
A interpretação do grau de perigo estimado pela FMA é feita através da escala apresentada a seguir:
| Intervalos de classes da FMA | Grau de perigo |
| 0,0 - 1,0 | Nulo |
| 1,1 - 3,0 | Pequeno |
| 3,1 - 8,0 | Médio |
| 8,1 - 20,0 | Alto |
| > 20,0 | Muito alto |
Considere os seguintes dados atmosféricos de uma sequência de dias:
| Dia | Temperatura (ºC) | UR (%) | Precipitação (mm) | FMA | Grau de perigo |
| 4 | 22 | 100 | 18,0 | ||
| 5 |
24 |
60 | |||
| 6 | 28 | 45 | |||
| 7 | 25 | 86 | 6,0 | ||
| 8 | 26 | 74 | |||
| 9 | 28 | 50 |
Com base nas informações sobre a Fórmula de Monte Alegre e nos dados meteorológicos da tabela, assinale qual o perigo de incêndios florestais registrado no dia 9.
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Sobre a qualidade do sítio, assinale a alternativa correta.
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Em relação aos tipos de viveiros, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Viveiros permanentes não requerem grandes cuidados, pois sua localização, sempre próxima dos locais de plantio, reduz as despesas com o transporte das mudas. Concluído o programa de plantio de uma área, ele pode ser imediatamente transferido para outra frente de plantio, repetindo o ciclo de redução e otimização financeira.
( ) Para o bom desenvolvimento de mudas em recipientes, o solo dos viveiros (base física para colocação dos recipientes) deve ser preparado com o uso de subsolagem, aração, gradagem e correção de pH.
( ) Mudas produzidas em recipientes são aquelas que não possuem proteção para o sistema radicular no momento do plantio. A semeadura é feita diretamente nos canteiros e as mudas são retiradas para o plantio, tendo-se apenas o cuidado de evitar danos às raízes e posterior morte das mudas.
( ) Em viveiro com recipientes, as mudas podem ser depositadas diretamente no solo, enterradas ou encaixadas, ou podem ser suspensas a uma altura média de 0,90 m. Normalmente os canteiros possuem comprimentos menores e passeios mais largos que os dos viveiros de raiz nua.
( ) Em viveiros de raiz nua, a semeadura deve ser feita manualmente, pois a distribuição das sementes deve ser em linha, com distância de 6 cm entre cada ponto de semeadura na linha e na entrelinha, pois manualmente é possível manter uniformidade na densidade necessária de sementes por m². Com semeadeiras mecânicas, as falhas nos canteiros são superiores a 15%, inviabilizando a implantação dos canteiros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Sobre manejo de gramados e espécies para forração, considere as seguintes afirmativas:
1. Considera-se como forrações a vegetação herbácea com altura superior a 60 cm, composta por espécies rústicas que precisam de ambientes sombreados. Sua utilização visa a cobertura do solo ou a formação de canteiros e contornos, ou ainda a cobertura de substrato em floreiras e vasos.
2. Entre os diferentes tipos de forrações, podemos citar: floríferas anuais, floríferas herbáceas perenes, gramados, folhagens e espécies rasteiras (algumas trepadeiras).
3. Os gramados podem ser implantados através de placas, que cobrem instantaneamente o terreno, protegendo-o contra a erosão. O plantio através de mudas apresenta menor custo, porém exige mais mão de obra. Em áreas de difícil acesso, como barrancos, os gramados podem ser substituídos por espécies como a hera ou outras trepadeiras.
4. Entre as gramas mais usadas estão as seguintes espécies: Paspalum notatum (grama-bahia ou batatais), Zoysia japonica (grama-esmeralda), Stenotaphrum secundatum (grama-santo-agostinho) e Axonopus compressus (grama-são-carlos ou curitibana).
5. Trepadeiras são plantas que apresentam caules fracos e compridos, que necessitam de suporte ou tutor para se apoiarem. Podem ser usadas no paisagismo em pequenos espaços, onde não é possível o plantio de árvores; no revestimento de muros e paredes; para ocultar objetos ou vistas desagradáveis.
Assinale a alternativa correta.
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As estradas da linha do Alto São Salvador, na área rural de Cascavel, estão complicadas para tráfego. O trecho é íngreme, a água da chuva que caiu hoje deixou a estrada escorregadia, nada bom para o ônibus escolar levar os filhos dos agricultores da região ao colégio. Segundo o morador da propriedade, os próprios moradores da região têm que puxar o ônibus de trator.
(Fonte: Adaptado de texto disponível na página <www.catve.com>. Acesso em 02/07/15).
Em relação a esse texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A água é a inimiga número um da estrada, pois, com o decorrer do tempo, tende a destruí-la. Dessa maneira, é fundamental retirá-la do leito da estrada.
2. O mulchão é uma forma barata de combater a velocidade da água das chuvas em estradas, porém tem alguns inconvenientes, como a necessidade de os veículos que transitam na estrada reduzirem a velocidade.
3. Valetas construídas nas laterais da estrada têm a função de conduzir a água e direcioná-la para saídas d'água ou bueiros. É importante que o fundo das valetas esteja um nível abaixo do leito da estrada, mantendo a estrada seca e sem infiltrações.
4. Em locais onde não é possível a construção de saídas laterais de água, devem ser construídos bueiros para a retirada da água de um lado da estrada para outro. Esse procedimento é comum em regiões de topografia acidentada ou em locais de passagem de pequenos cursos d'água.
5. Faixas de insolação são utilizadas para reduzir a velocidade do vento e, consequentemente, a degradação eólica das estradas. Em estradas construídas em regiões planas, devem ter a largura existente entre as valetas ou sarjetas da lateral da estrada, ou entre a valeta e a sarjeta do barranco e a borda do aterro em estradas construídas em regiões onduladas.
Assinale a alternativa correta.
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Em relação às doenças em viveiros florestais, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Os fungos que causam o tombamento de mudas (damping-off) são saprófitas de solo. As fontes primárias de inóculo podem ser as sementes, o solo ou substratos, a água de irrigação e instalações e materiais contaminados (estufas, tubetes e outros) do próprio viveiro.
( ) As doenças provocadas por bactérias são as mais comuns e as mais importantes em viveiros florestais.
( ) A água em abundância, além de condições de umidade relativa do ar, a temperatura, o substrato esterilizado, o tecido vegetal tenro, a proximidade das mudas e o cultivo contínuo da mesma espécie são fatores que predispõem o aparecimento e favorecem o desenvolvimento de doenças fúngicas nesse ambiente.
( ) Viveiros permanentes estão mais sujeitos a problemas fitossanitários que os temporários, porque o cultivo contínuo numa mesma área irá aumentar o inóculo do causador da doença após cultivos sucessivos.
( ) O sombreamento excessivo reduz a velocidade de evaporação da água e propicia condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças. Provoca também o estiolamento das mudas, tornando-as mais suscetíveis às doenças.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Em relação às pragas de viveiros florestais, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
| 1. Lagartas-rosca. | ( ) Adultos e formas jovens vivem no interior do solo. Provocam danos diretos (corte do caule e das raízes das mudas) e indiretos (ao escavar o solo, prejudicam a germinação das sementes e o crescimento das mudas. Os danos são mais importantes em sementeiras. |
| 2. Paquinhas. | ( ) As espécies que atacam mudas têm uma dieta à base de celulose, porém, como não conseguem digerir a celulose, a digestão é feita por protozoários ou outros microrganismos. Corroem a casca das raízes das mudas abaixo do coleto, matando a planta por dessecação. |
| 3. Grilos. | ( ) Têm hábito noturno. Comem raízes, folhas e caules tenros. Cortam as mudas no coleto e carregam-nas para o abrigo. O ataque é aleatório e não em reboleira. |
| 4. Cupins. | ( ) Têm hábito noturno. Secionam a muda no coleto e carregam-na para o abrigo. O ataque é em reboleira. Ocorre a presença de fezes e folhas entre os recipientes. Os danos são maiores nos primeiros dias após a germinação. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Em relação ao tema “equipamentos de poda”, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
| 1. Tesoura de poda. | ( ) Utilização no corte de até 50 mm de diâmetro. Distinguem-se dois princípios de corte: uma lâmina sobre base de apoio; e de duas lâminas sobrepassantes. |
| 2. Serra manual. | ( ) Ferramenta de impacto utilizada para o corte dos ramos que foram podados e já estão no solo, visando diminuir o volume de material a ser transportado. |
| 3. Podão. | ( ) Utilização no corte de galhos de 2 a 15 cm de diâmetro. Podem ser retas ou curvas, com corte unidirecional ou bidirecional. |
| 4. Foice. | ( ) Utilização no corte de galho de até 25 mm de diâmetro. Princípio de corte com uma lâmina sobre base de apoio acionada por cordel. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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