Julgue o item a seguir, referente ao uso de fontes tipográficas em projetos de design.
A legibilidade de um texto está associada aos seguintes fatores: desenho da fonte utilizada, tamanho do corpo, altura-x, entrelinhamento, ajuste de kerning, comprimento das linhas, tipo de alinhamento, contraste entre a cor do texto e a do papel, distância de leitura e condições de iluminação.
Um cliente solicitou 5.000 folhetos tamanho A5 (148 ×
210 mm), impressão frente e verso, em papel couché
150 g/m². Considerando como planejar a produção deste
impresso de forma a aproveitar eficientemente o papel,
analise as afirmativas a seguir:
I.O tamanho final é A5, portanto imprimir em folhas A5
individuais seria extremamente ineficiente (exigiria 5.000
folhas A5). Em vez disso, podemos usar um formato
maior que caiba múltiplos A5 por folha.
II.Uma ótima opção é utilizar folhas A1 (594 × 841 mm),
que correspondem a 16 vezes o tamanho de um A5, pois
sabemos que na hierarquia da série A: A1 é metade de
A0 e A5 é 1/16 de A0, logo A1 possui área suficiente
para 16 A5. III.A folha A1 comporta 12 A5 praticamente sem
desperdício de área, apenas com uma folga mínima para
corte de 1− 2 mm nas bordas (o que é ideal para garantir
que ao refilar todas as cópias fiquem limpas).
As imagens digitais podem ser classificadas em vetoriais
e bitmaps, sendo cada tipo adequado para diferentes
aplicações de design, impressão e exibição digital. Em
relação às diferenças entre imagens vetoriais e bitmaps,
assinale a alternativa correta.
O design gráfico pode ser definido, resumidamente, como a
atividade de produzir uma peça gráfica com um propósito
funcional, sejam logos, cartazes, revistas, jornais, panfletos
etc. Qualquer que seja a especialidade de suporte ou
conteúdo, o design gráfico deve se guiar por alguns princípios
básicos ao desenvolver um projeto. Quais são eles?
Observe a numeração da imagem apresentada (composta
com o tipo Goudy Type) e assinale a alternativa que contem a
ordem dos elementos da anatomia do tipo, conforme
nomenclatura usada por Ellen Lupton (2006).
“Os designers estão para os livros assim como os arquitetos
estão para os edifícios. Os designers descrevem
especificações para fazer livros do mesmo modo que os
arquitetos as escrevem para construir edifícios. Mesmo o
detalhe mais aparentemente trivial precisa ser decidido, e são
exatamente essas minúcias que tornam bem-sucedido um
design”. Conforme Richard Hendel, no momento de tomar decisões de
legibilidade e estética de um livro, é necessário considerar
diferentes questões práticas. Com base no autor, é correto
afirmar:
“No design, a criatividade é que vai propiciar aquele algo
mais de diferenciação no produto para garantir sua aceitação
no mercado consumidor. Seja na invenção de um objeto
absolutamente original, seja num redesign, em que a
capacidade de inovação deve contar com soluções de projeto
engenhosas e inéditas. Aliás, é oportuno lembrar um dado
mercadológico interessante de que, quando existe forte
concorrência de preços entre produtos similares e de mesma
qualidade, não há muita chance de redução de preço. Nesse
momento, o design é de fundamental importância para
contemplar ideias criativas que certamente traduzir-se-ão no
diferencial que vai fazer com que um ou outro produto
obtenha sucesso, tanto na identificação de sua qualidade
quanto na sua escolha pelo usuário-consumidor.” (GOMES,
2006, p. 231) Com base no livro “Design do Objeto: bases conceituais”, de
João Gomes Filho, assinale a alternativa que aponta
corretamente as relações entre design e criatividade.
Lúcia Santaella (2003) explora as mudanças culturais do
século XX, dando ênfase ao âmbito midiático. Na obra, ela
destaca a significativa transformação social decorrente da
ascensão das culturas de massa, impulsionada pela
proliferação dos meios de reprodução técnico-industriais,
como jornais, fotografias e cinema, seguidos pela
disseminação dos meios eletrônicos, como rádio e televisão.
Em seguida, a autora demonstra como a digitalização, a
internet, as interfaces, a hipermídia e o ciberespaço não
apenas impactam os usuários que acessam seus
computadores, mas também influenciam na construção e
reconstrução da cultura. Podemos relacionar esta concepção com as ideias de Javier
Royo (2008), que oferece uma exploração abrangente do
design digital e suas aplicações práticas. O autor destaca
especialmente as interações humano-computador (IHC),
levando em consideração aspectos como usabilidade,
acessibilidade, experiência do usuário e ergonomia. Além
disso, Royo analisa diferentes técnicas e metodologias de
design de interfaces, bem como tendências emergentes no
campo das IHC, fornecendo aos leitores uma compreensão
sólida dos princípios e práticas essenciais para criar interfaces
digitais eficazes e centradas no usuário. A respeito das relações entre design e cultura dispostas no
livro “Design Digital”, é correto afirmar que Javier Royo