O Guia Previc de Melhores Práticas Contábeis e de Auditoria (2021) oferece diretrizes para as Entidades Fechadas de
Previdência Complementar (EFPC) que visam aprimorar a qualidade das informações contábeis e dos processos de auditoria
interna e externa. O documento orienta sobre a padronização das práticas contábeis, a importância da transparência na
divulgação de informações financeiras e a necessidade de uma governança sólida para assegurar a integridade e a
confiabilidade das demonstrações contábeis, contribuindo para a sustentabilidade do sistema previdenciário complementar.
De acordo com o item 132 desse guia, os patrocinadores públicos devem solicitar auditoria interna periódica,
preferencialmente anual, sobre as atividades da Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC) que administra seus
planos de benefícios, com destaque para o seguinte tópico:
Em relação ao segmento de renda variável, o Art. 22 da Resolução CMN nº 4.994, de 24/03/2022 prevê que a Entidade Fechada
de Previdência Complementar (EFPC) deve observar, em relação aos recursos garantidores de cada plano, o limite de até 70%
(setenta por cento) no segmento de renda variável e, adicionalmente, a outros limites. Avalie se os seguintes limites estão corretos. I. Até 70% (setenta por cento) dos recursos de cada plano em ações, bônus de subscrição em ações, recibos de subscrição
em ações, certificados de depósito de valores mobiliários e em cotas de fundos de índice referenciados em ações de
emissão de sociedade por ações de capital aberto cujas ações sejam admitidas à negociação em segmento especial,
instituído em bolsa de valores, que assegure, por meio de vínculo contratual entre a bolsa e o emissor, práticas
diferenciadas de governança; II. Até 50% (cinquenta por cento) dos recursos de cada plano em ações, bônus de subscrição em ações, recibos de subscrição
em ações, certificados de depósito de valores mobiliários e em cotas de fundos de índice referenciados em ações de
emissão de sociedades por ações de capital aberto cujas ações sejam admitidas à negociação em bolsa de valores e que
não estejam em segmento especial; III. Até 15% (quinze por cento) dos recursos de cada plano em Brazilian Depositary Receipts (BDR) classificados como nível II e
III, em BDR lastreado em fundo de índice, e em cotas de fundo de índice do exterior admitido à negociação em bolsa de
valores do Brasil, observada a regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários; IV. Até 5% (três por cento) dos recursos de cada plano em certificados representativos de ouro físico no padrão negociado em
bolsa de mercadorias e de futuros. Segundo o Art. 22 da Resolução CMN nº 4.994, estão corretas as afirmativas
A Lei nº 14.286, de 29 de dezembro de 2021, introduz um novo marco regulatório para o mercado de câmbio brasileiro, além
de abordar a gestão do capital brasileiro no exterior e do capital estrangeiro no Brasil. Essa legislação tem como objetivo
modernizar as normas cambiais, simplificar operações financeiras internacionais e aumentar a segurança e a transparência do
mercado. Entre as principais disposições, a lei confere ao Banco Central do Brasil a autoridade para regulamentar o mercado
de câmbio, estabelecendo diretrizes para as instituições autorizadas a operar nesse mercado.
De acordo com a Lei nº 14.286, é correto afirmar que
O cliente Pessoa Física, correntista do Banco Sucesso S.A., aplicou o valor de R$10.000,00 na sua conta poupança no dia
03/11/20XX. Em 03/12/20XX o Banco Sucesso S.A realizou a remuneração de 0,5% ao mês, em data aniversária, do depósito
em poupança do cliente, no valor de R$50,00.
Assinale a opção correta acerca da última movimentação da conta poupança desse cliente pelo banco.
A Lei nº 14.286, de 29 de dezembro de 2021, estabeleceu o novo Marco Legal do Câmbio no Brasil, modernizando a legislação
sobre o mercado de câmbio, o capital estrangeiro no país e as operações de brasileiros no exterior. A lei simplificou e flexibilizou
as regras para as operações cambiais, permitindo maior liberdade para a negociação de moedas estrangeiras e reduzindo a
burocracia para empresas e cidadãos e também permitiu que instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central pudessem
operar contas em moeda estrangeira no Brasil, ampliando as possibilidades de uso de moeda estrangeira no país. Além disso,
a lei visou fortalecer a integração do Brasil com os mercados financeiros internacionais, promover a competitividade das
empresas brasileiras no exterior e aumentar a transparência e a segurança das operações cambiais.
Quanto à Lei nº 14.286/2021, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( )As operações no mercado de câmbio podem ser realizadas livremente, sem limitação de valor, observados a legislação, as
diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional e o regulamento a ser editado pelo Banco Central do Brasil.
( )A taxa de câmbio é livremente pactuada entre as instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio e entre as
referidas instituições e seus clientes.
( )As operações no mercado de câmbio podem ser realizadas somente por meio de instituições autorizadas a operar nesse
mercado pelo Banco Central do Brasil, na forma desta Lei.
O acesso a financiamento adequado permite que as
empresas invistam em inovação, ampliem suas
operações e se adaptem às mudanças do mercado.
Além disso, o planejamento financeiro estratégico ajuda
a garantir a sustentabilidade do negócio, equilibrando o
custo de captação de recursos com os potenciais
retornos. Escolher a fonte de financiamento certa é
essencial para o crescimento e competitividade de longo
prazo. Qual é a principal diferença entre o capital próprio
e o capital de terceiros como fontes de financiamento
para as empresas?
Uma entidade registra no Livro Razão da conta
Bancos c/ Mov. um saldo devedor de R$
5.000,00 em 31/12/2022. Contudo, há um cheque
de R$ 500,00 emitido pela entidade e não
compensado pelo portador, e uma transferência a
ser recebida do exterior, ainda em liquidação, no
importe de R$ 1.000,00. Após a devida
conciliação bancária, a conta-contábil Bancos c/
Mov. apresentará:
O dever de sigilo é a obrigação legal de preservar a
confidencialidade de informações obtidas no exercício de
funções. De acordo com a Lei Complementar nº
105/2001, não constitui violação do dever de sigilo:
I. A troca de informações entre instituições financeiras,
para fins cadastrais, inclusive por intermédio de centrais
de risco, observadas as normas baixadas pelo Conselho
Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
II. O fornecimento de informações constantes de cadastro
de emitentes de cheques sem provisão de fundos e de
devedores inadimplentes, a entidades de proteção ao
crédito, observadas as normas baixadas pelo Conselho
Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil.
III. A revelação de informações sigilosas sem o
consentimento expresso dos interessados.
Sobre as instituições financeiras assim consideradas
pela Lei Complementar n. 105/01, julgue as seguintes
afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):
(__)Os bancos, desde que constituídos como sociedade limitada.
(__)As sociedades de crédito imobiliário.
(__)Cooperativas de serviços.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de
julgamento esteja correta: