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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que
diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e
extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em
si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a
recuperação e o processamento técnico das informações
sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos
critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da
pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os
diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção
e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso
impede a fragmentação do seu sentido e o consequente
esvaziamento de seu valor de memória.
O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de
o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de
documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu
próprio registro e sua numeração individual. Em outras
palavras, cada objeto museológico deve ser considerado
único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são
geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira
do Colonialismo Baseado em Texto.
“É claro que tem havido esforços sérios por parte de
bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e
curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes
marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas
passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção
de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento
na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais
identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de,
para e sobre povos marginalizados são repetidamente
segregados e “guetizados” por meio de catalogação
institucional e práticas de classificação. Mais comumente,
essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou
usar termos centrados no Ocidente para descrever
fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever
fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e
desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento
de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização
nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal
como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e
(4) ênfase na proibição de alterações em práticas que
perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente.
O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de
conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental
moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as
outras ontologias que tenham o potencial para descrever o
mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira
do Colonialismo Baseado em Texto.
“É claro que tem havido esforços sérios por parte de
bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e
curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes
marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas
passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção
de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento
na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais
identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de,
para e sobre povos marginalizados são repetidamente
segregados e “guetizados” por meio de catalogação
institucional e práticas de classificação. Mais comumente,
essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou
usar termos centrados no Ocidente para descrever
fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever
fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e
desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento
de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização
nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal
como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e
(4) ênfase na proibição de alterações em práticas que
perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente.
O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de
conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental
moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as
outras ontologias que tenham o potencial para descrever o
mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
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TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira
do Colonialismo Baseado em Texto.
“É claro que tem havido esforços sérios por parte de
bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e
curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes
marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas
passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção
de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento
na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais
identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de,
para e sobre povos marginalizados são repetidamente
segregados e “guetizados” por meio de catalogação
institucional e práticas de classificação. Mais comumente,
essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou
usar termos centrados no Ocidente para descrever
fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever
fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e
desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento
de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização
nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal
como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e
(4) ênfase na proibição de alterações em práticas que
perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente.
O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de
conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental
moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as
outras ontologias que tenham o potencial para descrever o
mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
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De acordo com o Artigo 29 do Capítulo V, da Lei nº 10.294 de
20 de abril de 1999, pode-se dizer que a SEDUSP foi instituída
para realizar os seguintes objetivos:
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de
documentação museológica é argumentativa e ideológica,
assim as instituições museológicas desenvolvem seus
sistemas de informação para a organização, tratamento,
segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados
e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para
o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos,
informação e participação dos públicos para gerar sistemas
informacionais que atendam às necessidades de registro,
controle e guarda.
Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para
alinhamento legal e ético para a organização, preservação e
acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e
descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é
desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos
mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos.
A política de gestão de acervos é um documento essencial
para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição,
por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos
que serão escolhidos e descritos especificamente para servir
às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de
documentação museológica é argumentativa e ideológica,
assim as instituições museológicas desenvolvem seus
sistemas de informação para a organização, tratamento,
segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados
e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para
o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos,
informação e participação dos públicos para gerar sistemas
informacionais que atendam às necessidades de registro,
controle e guarda.
Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para
alinhamento legal e ético para a organização, preservação e
acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e
descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é
desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos
mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos.
A política de gestão de acervos é um documento essencial
para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição,
por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos
que serão escolhidos e descritos especificamente para servir
às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de
documentação museológica é argumentativa e ideológica,
assim as instituições museológicas desenvolvem seus
sistemas de informação para a organização, tratamento,
segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados
e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para
o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos,
informação e participação dos públicos para gerar sistemas
informacionais que atendam às necessidades de registro,
controle e guarda.
Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para
alinhamento legal e ético para a organização, preservação e
acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e
descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é
desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos
mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos.
A política de gestão de acervos é um documento essencial
para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição,
por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos
que serão escolhidos e descritos especificamente para servir
às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
“Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de
documentação museológica é argumentativa e ideológica,
assim as instituições museológicas desenvolvem seus
sistemas de informação para a organização, tratamento,
segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados
e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para
o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos,
informação e participação dos públicos para gerar sistemas
informacionais que atendam às necessidades de registro,
controle e guarda.
Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para
alinhamento legal e ético para a organização, preservação e
acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e
descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é
desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos
mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos.
A política de gestão de acervos é um documento essencial
para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição,
por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos
que serão escolhidos e descritos especificamente para servir
às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022.
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“Enfatizando que o objeto não é um fim, mas um meio de
conhecimento, Bellaigue (1984, p.81) afirma que em suas três
dimensões, por sua materialidade, o objeto não somente
serve à informação, mas também é a informação.”
Loureiro, 2016: p.95.
Podemos então concluir que os objetos e documentos de um acervo museológico
Loureiro, 2016: p.95.
Podemos então concluir que os objetos e documentos de um acervo museológico
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