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Um consumidor recebe a renda mensal de 100 unidades monetárias (u.m.) e decide gastá-la comprando 2 bens, X e Y. Gasta mensalmente 70 u.m. com X e 30 u.m. com Y. A partir de certo mês, sua renda aumenta em 10 u.m. , mas os preços de X e Y não se alteram. Em consequência, o consumidor aumenta em 7 u.m. seus gastos com X e, em 3 u.m. seus gastos com Y.
Essas informações indicam que a elasticidade renda da demanda do consumidor por X é igual a
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Desde 2017, a política fiscal brasileira vem sendo subordinada a uma nova regra, introduzida pela Emenda Constitucional nº 95, de 15 de dezembro de 2016, conhecida como “Teto de Gastos”.
A principal característica dessa regra é que
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Quando uma empresa aumenta sua produção de 100 unidades para 101 unidades mensais, seu custo total médio de produção diminui de R$2,00/unidade para R$1,99/unidade.
Logo, o custo marginal, em real, de produzir a unidade adicional é de
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O Produto Interno Bruto potencial (PIB potencial), em determinada economia, aumenta a uma taxa percentual inferior ao crescimento percentual da demanda agregada por bens e serviços.
essa economia, a(o)
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- Desenvolvimento e Crescimento Econômico
- História EconômicaHistória Econômica Brasileira
- História EconômicaEconomia Brasileira Contemporânea
No período 1956-1960, o governo brasileiro implementou uma ambiciosa estratégia de desenvolvimento e diversificação da estrutura produtiva, da qual resultaram expressivos investimentos nos setores de bens duráveis, bens de capital e infraestrutura básica.
Esse programa, responsável pela aceleração do processo de industrialização, no período, foi denominado
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Segundo a teoria Keynesiana do comportamento de macroeconomia, a política fiscal expansiva é um instrumento básico para estimular uma economia em recessão.
Uma política fiscal expansiva consistiria, por exemplo, em aumentar o(a)
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No texto a seguir, escrito no final de agosto de 2019, os autores sugerem medidas de política econômica para promover a retomada sustentável do crescimento econômico brasileiro:
A decisão de reduzir a Selic a 6%, indicando possíveis reduções adicionais, é excelente. Mas não podemos esquecer que o excesso de juros pagos ao longo dos últimos anos comprometeu as finanças públicas e inibiu por completo os investimentos públicos. Certamente, a trajetória de crescimento teria sido diferente. É importante agora que a redução de juros seja acompanhada por políticas fiscais expansionistas que permitam estimular nossa economia.
LUQUE, C.; SIBER, S.; ZAGHA, R. Inflação brasileira. Valor Econômico, São Paulo, 27 ago 2019, p. A10. Adaptado
Considerando-se que a economia brasileira contava com elevado nível de capacidade ociosa, altas taxas de desemprego, e tendo-se em vista as recomendações de política econômica propostas pelos autores do texto, deduz-se que o principal fator que impede a retomada do crescimento econômico no Brasil, a partir de 2019, é aProvas
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