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Foram encontradas 35 questões.

1809962 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Observe a imagem abaixo, que se refere a superfícies de referência:

Enunciado 3578048-1

A letra N refere-se à:

 

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1809961 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Existem diferentes formas de representação plana da superfície terrestre. A projeção de Mercator foi a primeira a abranger o globo terrestre, sendo confeccionada na Era Moderna. Tem como característica conservar o formato dos continentes, mas altera as dimensões da área, principalmente quando nos aproximamos dos polos. Em razão disso, a projeção recebe críticas por seu caráter eurocêntrico. Em contraposição, foi publicado em 1992 um planisfério de projeção cilíndrica equivalente, que destacava o tamanho em detrimento da forma. Assinale a alternativa que contém o nome do autor desta projeção:

 

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1809960 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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As projeções cilíndricas são utilizadas para representar mapas mundiais, ou uma faixa estreita ao longo da linha do Equador, meridiano ou círculo máximo. Na representação de países ou regiões de extensão predominantemente Norte-Sul e reduzida extensão Leste-Oeste, é CORRETO utilizar a projeção:

 

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1809959 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Em Sensoriamento Remoto, a resolução de sensores é característica primordial. Sobre as quatro classes de resolução, é CORRETO afirmar:

 

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1809958 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Datum é o sistema de referência usado para o controle geodésico e para cálculo de coordenadas de pontos na superfície da Terra. No Brasil, atualmente, o Datum adotado é:

 

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1809957 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Utilizado como referência na cartografia mundial para elaboração de mapas e na recuperação das informações nele contidas, o Datum é uma característica comum nas cartas cartográficas, pois o mesmo é um marco geodésico. Sobre o Datum, assinale a afirmativa CORRETA:

 

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1809956 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Observe a figura a seguir:

Figura: Localização do município de Viçosa-MG.

Enunciado 3578042-1

Fonte: SANCHES, F.O.; FIALHO, E. S.; QUINA, R. R. Evidências de mudanças climáticas em Viçosa (MG). Revista do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, v. 34, n. 1, p. 124, 2017. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/rdg/ article/view/138581. Acesso em: 19 mar. 2018.

Com base na figura acima, é CORRETO afirmar que:

 

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1809955 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A representação da superfície do planeta Terra mais utilizada é o mapa. Porém, os mesmos sempre irão apresentar distorções, o que nos leva a constatar que não existem projeções boas ou ruins, e sim aquelas que se adaptam a determinadas finalidades. Mas nenhuma projeção resolve o problema da representação da curvatura da Terra numa superfície plana. Para ser realizada, a representação utiliza um sistema de projeções cartográficas baseadas em relações matemáticas e geométricas. Com relação à projeção cilíndrica conforme, é CORRETO afirmar que ela contém um problema de distorção na(o):

 

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1809912 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Facultativo

Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).

Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.

É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groenlandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as causas da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.

Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho à vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de noventa por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar à turma dos “caxias”.

Encontrou cerradas as grandes portas de bronze, ouro e pórfiro, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum — a não ser aquele gato que se lambia à sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, o dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas — sentia-se pela ágata dos olhos — não possuía as chaves do prédioC.

João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pingue-pongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando a vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a teimosia calma dos Brandões, quando um vigia brotou da grama e puxou-o pela perna.

— Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar?

— Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.

— Desce — repetiu o outro, com tédio. — Olha que te encanam se você começa a virar macaco pela parede acima.

— Mas, e o senhor por que então está vigiando, se é dia de descanso?

— Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?

João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, inclusive a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?”. João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas.

(ANDRADE, C. Drummond. Fala amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 34-35.)

Das alterações processadas em passagens do texto, aquela que está CORRETA quanto à pontuação, segundo a norma culta, é:

 

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1809911 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Facultativo

Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúsculas).

Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado.

É, não é, e o dia se passou na dureza, sem ponto facultativo. Saberão os groenlandeses o que seja ponto facultativo? (Os brasileiros sabem.) É descanso obrigatório, no duro. João Brandão, o de alma virginal, não entendia assim, e lá um dia em que o Departamento Meteorológico anunciava: “céu azul, praia, ponto facultativo”, não lhe apetecendo a casa nem as atividades lúdicas, deliberou usar de sua “faculdade” de assinar o ponto no Instituto Nacional da Goiaba, que, como é do domínio público, estuda as causas da inexistência dessa matéria-prima na composição das goiabadas.

Hoje deve haver menos gente por lá, conjeturou; ótimo, porque assim trabalho à vontade. Nossas repartições atingiram tal grau de dinamismo e fragor, que chega a ser desejável o não comparecimento de noventa por cento dos funcionários, para que os restantes possam, na calma, produzir um bocadinho. E o inocente João via no ponto facultativo essa virtude de afastar os menos diligentes, ou os mais futebolísticos, que cediam lugar à turma dos “caxias”.

Encontrou cerradas as grandes portas de bronze, ouro e pórfiro, e nenhum sinal de vida nos arredores. Nenhum — a não ser aquele gato que se lambia à sombra de um tinhorão. Era, pela naturalidade da pose, o dono do jardim que orna a fachada do Instituto, mas — sentia-se pela ágata dos olhos — não possuía as chaves do prédio.

João Brandão tentou forçar as portas, mas as portas mantiveram-se surdas e nada facultativas. Correu a telefonar de uma confeitaria para a residência do chefe, mas o chefe pescava em Mangaratiba, jogava pingue-pongue em Correias, estudava holandês com uma nativa, na Barra da Tijuca; o certo é que o telefone não respondeu. João decidiu-se a penetrar no edifício galgando-lhe a fachada e utilizando a vidraça que os serventes sempre deixam aberta, na previsão de casos como esse, talvez. E começava a fazê-lo, com a teimosia calma dos Brandões, quando um vigia brotou da grama e puxou-o pela perna.

— Desce daí, moço. Então não está vendo que é dia de descansar?

— Perdão, é dia em que se pode ou não descansar, e eu estou com o expediente atrasado.

— Desce — repetiu o outro, com tédio. — Olha que te encanam se você começa a virar macaco pela parede acima.

— Mas, e o senhor por que então está vigiando, se é dia de descanso?

— Estou aqui porque a patroa me escaramuçou, dizendo que não quer vagabundo em casa. Não tenho para onde ir, tá bem?

João Brandão aquiesceu, porque o outro, pelo tom de voz, parecia disposto a tudo, inclusive a trabalhar de braço, a fim de impedir que ele trabalhasse de pena. Era como se o vigia lhe dissesse: “Veja bem, está estragando meu dia. Então não sabe o que quer dizer facultativo?”. João pensava saber, mas nesse momento teve a intuição de que o verdadeiro sentido das palavras não está no dicionário; está na vida, no uso que delas fazemos. Pensou na Constituição e nos milhares de leis que declaram obrigatórias milhares de coisas, e essas coisas, na prática, são facultativas ou inexistentes. Retirou-se, digno, e foi decifrar palavras cruzadas.

(ANDRADE, C. Drummond. Fala amendoeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 34-35.)

A sentença em que a concordância do adjetivo sublinhado está INCORRETA, com relação à norma culta da língua, é:

 

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