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Foram encontradas 35 questões.

2438363 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFV
Orgão: UFV

Os métodos parasitológicos são utilizados com frequência nos laboratórios de Análises Clínicas e deve-se tomar muito cuidado no momento da coleta. Há um tipo especial de coleta que pode melhorar o resultado do exame, como o conservante conhecido como MIF. Assinale a alternativa que apresenta uma substância conservativa contida no MIF:

 

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2438362 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFV
Orgão: UFV

As bilirrubinas são substâncias produzidas pela degradação da hemoglobina. O excesso de bilirrubinas pode provocar uma condição conhecida como icterícia. Dependendo da natureza das bilirrubinas, a icterícia pode ser classificada como icterícia por bilirrubina direta ou indireta. No recém-nascido, alguns sinais indicam a icterícia fisiológica, que desaparece nos dias seguintes ao nascimento. Considere um recém-nascido com as dosagens: bilirrubinas totais = 4,00mg/dL e bilirrubina direta = 0,40 mg/dL. É CORRETO afirmar que, neste caso, a bilirrubina indireta:

 

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2438361 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFV
Orgão: UFV

No controle das dislipidemias, os lipídeos têm um papel fundamental. Muitas técnicas podem ser utilizadas nas dosagens do colesterol-HDL e colesterol-LDL, as quais fazem parte da dosagem do colesterol total e frações. Friedwald teve uma importância muito grande nesse contexto, pois formulou uma equação em 1972 que é utilizada até hoje. Considerando-se as seguintes dosagens de um paciente de 53 anos, sexo masculino: Colesterol Total: 425 mg/dL, HDL-colesterol: 50 mg/dL, Triglicerídeos: 125 mg/dL, a dosagem de colesterol-LDL estimada, seguindo a equação de Friedwald é:

 

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2438360 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFV
Orgão: UFV

Os exames hematológicos podem sofrer grande interferência, desde a coleta de sangue até a liberação dos resultados. A exatidão e precisão dos resultados são de suma importância para a qualidade da liberação dos exames. Considere os seguintes resultados hematológicos de 3 examinadores de uma mesma amostra sanguínea:

Examinador 1 2 3
Leucócitos 4.210/mL 4.213/mL 4.205/mL
Hemácias 5,34 milhões/mL 5,33 milhões/mL

5,35 milhões/mL

Plaquetas 80.400/mL 81.400/mL

80.900/mL

Ao examinar os resultados, é CORRETO afirmar:

 

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2438359 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFV
Orgão: UFV

A coleta de sangue venoso deve ser cuidadosa e depende dos tipos de exames solicitados pelo prescritor. Alguns exames podem ser feitos com soro ou plasma e outros somente com sangue total. Considerando o pedido dos seguintes exames: Ureia, Creatinina, Ácido Úrico, Bilirrubinas Direta e Indireta, Hemoglobina Glicosilada, Tempo de Protrombina, Tempo de Trombina, Colesterol Total e Frações, o técnico deverá coletar os seguintes tubos para realizar todos os exames:

(considere a coleta de 5mL em cada tudo e que o equipamento a ser utilizado realiza cada exame com 10 microlitros de amostra processada)

 

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2438198 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

“O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima [...].”

Os dois pontos foram utilizados na informação acima com a intenção de:

 

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2438197 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade [...].”

Nessa informação, a expressão “ou seja” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

 

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2438196 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Assinale a alternativa em que se indica de forma INCORRETA a expressão a que se refere o termo sublinhado:

 

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2438195 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Assinale a alternativa em que há correspondência entre a palavra sublinhada e o sentido a ela atribuído entre parênteses:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2438194 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença.”

Na passagem acima, o termo em destaque foi utilizado com sentido de:

 

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