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A artrite reumatóide é uma doença sistêmica crônica. Seu principal sintoma é a inflamação das articulações e o diagnóstico laboratorial realiza-se pela reação de
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Considerando que um técnico de laboratório precise aquecer um determinado material a mais de 1000°C, a fim de calciná-lo numa mufla, a vidraria utilizada será
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No setor de microbiologia do laboratório clínico, os meios de cultura são usados como uma das principais ferramentas diagnósticas. Entre esses meios, considera-se o Ágar MacConkey, como
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No laboratório clínico realizou-se uma pesquisa de cocos beta hemolíticos numa amostra de um paciente. Após o isolamento primário de uma bactéria dessa amostra, a cepa foi semeada em uma placa de Petri com Ágar sangue e foram utilizadas como controle as bactérias Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae, com o objetivo de identificar, na cepa isolada do paciente, uma beta-hemolisina potencializada por um fator produzido pelo S. agalactiae. Essa descrição refere-se ao teste de
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Na primeira linha do sétimo parágrafo, o uso dos dois pontos introduz uma
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Considere o período a seguir.
Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha de pobreza, com o aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo.
Sobre os termos sublinhados, é correto afirmar que,
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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
De acordo com o texto, a nova classe média é representada por
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A coloração é um dos processos mais importantes na identificação de bactérias. Seu objetivo principal é facilitar a observação microscópica das bactérias e identificá-las de acordo com suas características tintoriais. As técnicas de coloração mais importantes na microbiologia são a de Gram e a de Ziehl Neelsen. Os corantes utilizados na técnica de Ziehl Neelsen são:
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Numa contagem manual de hemácias, utilizando a câmara de Neubauer, o técnico de análises clínicas usou uma diluição (D) de 1:200, contou hemácias em 5 quadrantes (NQ), em uma área de quadrante (A) de 0,04mm2 e uma altura entre a superfície de contagem e a lamínula (Alt) de 0,1mm. Considere a seguinte fórmula:
!$ Hemácias \,\, por \,\, mm^3 \, / \, sangue \,\, = \, { \large D \over NQ \,\, x \,\, A \,\, x \,\, Alt} \,\, x \,\, NH !$
Se, nos 5 quadrantes, foram contadas, ao todo, 500 hemácias (NH), infere-se que o paciente possui
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A identificação de ovos e larvas de helmintos e trofozoítos e cistos de protozoários faz parte da rotina do setor de parasitologia, em um laboratório clínico. A pesquisa de ovos de Enterobius vermicularis pode ser feita por meio da fita gomada. Nessa técnica, usa-se uma fita adesiva envolta num tubo de ensaio, abaixador de língua ou lâmina de microscópio, com a parte adesiva voltada para fora. Em seguida, a parte adesiva é pressionada na região perianal e anal do paciente e a fita gomada é analisada em uma lâmina de microscópio. Essa descrição corresponde à técnica de
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