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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Uma jovem de 25 anos iniciou quadro de semiptose em olho esquerdo há cerca de 30 dias, com piora ao longo desse período, observando flutuação do quadro, sem disfagia, disfonia ou fraqueza muscular, mas com diplopia intermitente. Esse quadro levou à suspeita de miastenia gravis. |
Após semanas sem acompanhamento, a paciente desenvolveu novas queixas, com disfagia leve e sintomas oculares bilaterais. Teve diagnóstico confirmado de miastenia gravis, mas soube que sua doença poderia piorar se tomasse alguns tipos de medicações. Diante disso, a paciente deve ser orientada a evitar o uso de
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Uma jovem de 25 anos iniciou quadro de semiptose em olho esquerdo há cerca de 30 dias, com piora ao longo desse período, observando flutuação do quadro, sem disfagia, disfonia ou fraqueza muscular, mas com diplopia intermitente. Esse quadro levou à suspeita de miastenia gravis. |
Para o diagnóstico dessa paciente, parte-se do conhecimento de que
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Paciente com 81 anos foi admitido em pronto-socorro com queixa de hemiparesia esquerda há 2 horas, associada a desvio de rima labial, disartria e hipoestesia esquerda, com escala do NIHSS de 7. Realizou tomografia computadorizada de crânio sem alterações e angio-TC cerebral com oclusão de artéria cerebral média M1 direita. No tocante à terapia de recanalização,
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Paciente do sexo feminino, 24 anos, internada com quadro de cefaleia refratária. Durante investigação, foi realizada tomografia computadorizada com hemorragia intraparenquimatosa e angio-TC venosa que demonstrou trombose nos seios transverso e sagital superior. Ao exame neurológico, paciente vígil e com paresia grau 4 à direita. Para esse caso, a terapia específica a ser realizada é
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Considere o caso de um paciente com AVC isquêmico em território de ACM esquerda cuja investigação tenha mostrado a presença de fibrilação atrial com valvopatia mitral, assim como estenose de artéria carótida interna esquerda de 55%. Caso se opte apenas por tratamento medicamentoso, a melhor opção terapêutica, entre as indicadas, é
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Jovem do sexo feminino, 18 anos, apresenta quadro insidioso de parkinsonismo, sacadas oculares hipométricas, disartria e alteração comportamental (impulsividade e irritabilidade). Apresenta história paterna de suicídio aos 44 anos e alteração comportamental e movimentos involuntários em mãos. Ressonância magnética de crânio evidencia hipotrofia de caudados bilateralmente. Para esse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
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Homem, 45 anos, apresenta quadro de diarreia associado à neuropatia periférica, glossite, dermatite e declínio cognitivo com repercussões para atividades de vida. O quadro clínico desse paciente está relacionado à deficiência de vitamina
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Homem, 55 anos, previamente hipertenso, dislipidêmico e portador de fibrilação atrial, apresenta queixa de sonolência excessiva diurna. Informa que dorme aproximadamente 8 horas por dia e esposa reclama de que os roncos são altos. Paciente apresenta IMC de 38 Kg/m2, e polissonografia evidencia índice de apneia/hipopnéia de 35 eventos por hora. Para o manejo desse paciente, a melhor conduta indicada é
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Mulher, 68 anos, possui diagnóstico de Doença de Parkinson há 8 anos. Acompanhante informa sono muito agitado com presença de gritos e chutes de forma frequente. Para esse caso, o provável diagnóstico e a terapia de escolha são, respectivamente,
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Paciente, 28 anos, apresenta quadro agudo de cefaleia, febre e vômitos. Submetido à punção liquórica com proteína de 88 mg/dl, 56 células com predomínio linfocítico de 70% e glicose de 35 mg/dl (glicemia capilar de 96 mg/dl). À bacterioscopia, foram detectados bastonetes gram positivos. Esse quadro clínico está provavelmente relacionado ao agentes etiológico
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